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23 de abril de 2026 14:48

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Digimais: Crise do Master atinge banco de Edir Macedo
Brasil

Digimais: Crise do Master atinge banco de Edir Macedo

Liquidação do Banco Master revela fraudes de até R$ 50 bilhões, conexões políticas e impactos diretos sobre o Digimais, banco ligado a Edir Macedo.

última atualização: 10 de fevereiro de 2026 15:54
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Digimais: Crise do Master atinge banco de Edir Macedo
O Bispo Edir Macedo é um dos principais sócios do Banco Digimais. Imagem: Redes Sociais.
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A liquidação do Banco Master pelo Banco Central, em novembro de 2025, segue produzindo efeitos relevantes no sistema financeiro brasileiro. As apurações apontam para um esquema de fraudes estimado em até R$ 50 bilhões e trouxeram à tona uma rede de relações políticas envolvendo integrantes do Executivo e do Judiciário. Entre as instituições impactadas está o Digimais, banco controlado por Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da Rede Record.

Conexões políticas sob investigação

As investigações conduzidas pela Polícia Federal indicam vínculos entre Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e autoridades do governo federal. Reportagem da Gazeta do Povo revelou, em fevereiro, a realização de um encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Vorcaro fora da agenda oficial, além da atuação do ex-ministro Guido Mantega como interlocutor do banqueiro.

Também foi citada a prestação de consultoria jurídica ao banco por Ricardo Lewandowski. Segundo a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, o ministro Alexandre de Moraes teria procurado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar do caso.

O processo no Supremo Tribunal Federal está sob relatoria do ministro Dias Toffoli, que autorizou, em janeiro, a segunda fase da Operação Compliance Zero.

CPMI e apuração sobre consignados

A CPMI do INSS confirmou o depoimento de Daniel Vorcaro para o dia 26 de fevereiro. Ele deverá esclarecer irregularidades relacionadas a mais de 250 mil contratos de crédito consignado suspensos pelo INSS por ausência de comprovação. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou o episódio como uma possível “maior fraude bancária” já registrada no país.

Impactos diretos sobre o Digimais

A liquidação do Banco Master agravou a situação do Digimais, que já enfrentava dificuldades antes do escândalo. Relatórios de 2024 e 2025 indicaram aumento da inadimplência no período pós-pandemia, comprometendo o patrimônio da instituição e exigindo aportes recorrentes de seu controlador para evitar a quebra técnica.

Uma auditoria identificou problemas em 42% das cédulas de crédito bancário de uma carteira de R$ 659,8 milhões cedida pelo Digimais ao fundo EXP 1. Parte dessas operações teria origem no Banco Master, o que levou Digimais e fundo a disputas judiciais.

A tentativa de venda do Digimais para Maurício Quadrado, ex-sócio do Banco Master, não avançou após resistência do Banco Central. Com prejuízo de R$ 95 milhões em 2023 e um passivo estimado em R$ 9,5 bilhões, o banco permanece sem comprador, enquanto os desdobramentos do colapso do Master continuam a pressionar sua situação financeira.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (29) a progressão de regime do ex-deputado Daniel Silveira para o aberto. A decisão seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que destacou o cumprimento de parte da pena e o comportamento carcerário do condenado. Progressão de regime concedida com restrições A PGR reconheceu que Silveira já cumpriu 25% da condenação e apresentou boa conduta, requisitos que permitem a progressão de regime. No parecer, o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, recomendou o benefício ao STF. Apesar da concessão, Moraes estabeleceu medidas rigorosas para o cumprimento da pena em regime aberto. Entre elas estão o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar à noite e nos fins de semana, além da proibição de deixar a comarca sem autorização judicial. O ministro também determinou que o ex-deputado se apresente semanalmente à Justiça e não utilize redes sociais. No despacho, Moraes deixou claro que qualquer descumprimento pode resultar na regressão da pena. O ministro ressaltou que, caso haja falta grave ou prática de novo crime, Silveira poderá retornar a regimes mais severos. Daniel Silveira foi condenado a oito anos e nove meses de prisão por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Desde então, sua situação processual tem sido marcada por avanços e retrocessos em relação às condições de cumprimento da pena. Histórico de violações anteriores Em dezembro do ano passado, Silveira havia recebido liberdade condicional, mas perdeu o benefício poucos dias depois. Segundo a decisão de Moraes, ele descumpriu o horário de recolhimento domiciliar já no primeiro dia, retornando para casa após o limite fixado pela Justiça. Essa reincidência pesou na análise do ministro, que reforçou no atual despacho que a progressão de regime só será mantida se todas as condições impostas forem respeitadas integralmente.
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