Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Com dívida de R$ 1,1 bilhão, Tok&Stok e Mobly pedem recuperação judicial
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Justiça dá 48 horas para Virginia Fonseca remover publicidade de Bets
Presidenciável visita garimpo ilegal controlado por facção na Terra Indígena Sararé em Pontes e Lacerda (MT); VEJA VÍDEO
Publicitário morre em grave acidente envolvendo caminhonete e duas carretas na BR-163 em Sorriso (MT)
Abilio Brunini (PL) critica rejeição da LDO 2027 de R$ 5,07 bilhões; VEJA VÍDEO
Idoso procurado por tentar matar a esposa com martelada é encontrado morto na Avenida Contorno Leste em Cuiabá (MT)

22 de julho de 2026 18:39

OpiniãoMT > Blog > Economia > Com dívida de R$ 1,1 bilhão, Tok&Stok e Mobly pedem recuperação judicial
Economia

Com dívida de R$ 1,1 bilhão, Tok&Stok e Mobly pedem recuperação judicial

Grupo Toky, dono da Tok&Stok e Mobly, pede recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 1,1 bilhão e evitar falência.

Redação OPMT
Publicado em: 13 de maio de 2026
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
Com dívida de R$ 1,1 bilhão, Tok&Stok e Mobly pedem recuperação judicial
Compartilhar

O Grupo Toky, responsável pelas marcas Tok&Stok e Mobly, anunciou nesta terça-feira (12) o pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. A medida foi tomada em meio ao agravamento da crise financeira enfrentada pela companhia, que acumula dívidas estimadas em cerca de R$ 1,1 bilhão. Segundo a empresa, fatores econômicos como juros elevados, crédito restrito e queda no consumo afetaram diretamente as operações e reduziram o fluxo de caixa do grupo.

Tok&Stok busca reorganizar dívidas na Justiça

De acordo com informações divulgadas pela companhia, o pedido de recuperação judicial tem como principal objetivo garantir a continuidade das atividades enquanto a empresa negocia suas obrigações financeiras com credores.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Grupo Toky afirmou que já vinha tentando reestruturar o endividamento da Tok&Stok nos últimos meses. No entanto, mesmo após negociações com instituições financeiras e parceiros, a situação financeira continuou se deteriorando.

A recuperação judicial permite que empresas em dificuldades financeiras suspendam temporariamente cobranças e processos relacionados às dívidas, criando um ambiente para renegociação sem interrupção imediata das operações.

O processo foi protocolado sob segredo de justiça no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Crise no setor afetou vendas da Tok&Stok

Segundo o grupo, o mercado de móveis e decoração atravessa um período de retração desde a pandemia de Covid-19. A companhia destacou que o aumento dos juros, o alto nível de endividamento das famílias brasileiras e o crédito mais limitado reduziram significativamente o consumo de bens duráveis.

A empresa também informou que precisou fechar mais de 17 lojas nos últimos anos como parte das tentativas de contenção de despesas e reorganização operacional. Ainda conforme a petição apresentada à Justiça, o cenário econômico adverso comprometeu a geração de caixa e dificultou a manutenção do equilíbrio financeiro da companhia.

Tentativas anteriores de recuperação financeira

Em 2023, o grupo já havia iniciado um plano de reorganização das finanças. Entre as medidas adotadas estavam a renegociação de aproximadamente R$ 339 milhões em dívidas bancárias, um acordo de reestruturação tecnológica com a Domus Aurea e um aporte de R$ 100 milhões realizado pelos acionistas.

Apesar das iniciativas, o Grupo Toky informou que os resultados esperados não foram alcançados, levando a empresa a buscar novas alternativas para evitar um agravamento ainda maior da crise.

Pedido cita “risco de dano irreparável”

Na documentação encaminhada à Justiça, a companhia afirmou que enfrenta risco de colapso operacional caso medidas urgentes não sejam adotadas. O grupo pediu proteção judicial imediata para impedir impactos considerados irreversíveis nas atividades.

Entre os pedidos feitos está a liberação de aproximadamente R$ 77 milhões referentes a vendas realizadas por cartão de crédito que estariam retidos pela SRM Bank. Segundo a empresa, a indisponibilidade desses recursos afetou diretamente o caixa e colocou em risco obrigações essenciais, incluindo salários de mais de 2 mil funcionários.

Além disso, o Grupo Toky solicitou a suspensão de cobranças e execuções de dívidas pelo prazo de 180 dias, período conhecido como “stay period”, utilizado em processos de recuperação judicial.

Serviços essenciais devem ser mantidos

Outro ponto destacado pela empresa envolve a continuidade de contratos considerados fundamentais para o funcionamento das operações. O grupo pediu que não haja interrupção em serviços relacionados à logística, transporte, sistemas digitais, computação em nuvem, fornecimento de energia elétrica e abastecimento de água.

Segundo a companhia, a manutenção dessas estruturas é indispensável para preservar as atividades comerciais e evitar impactos ainda maiores sobre clientes, fornecedores e funcionários.

Mudanças no conselho e negociações com investidores

Antes do anúncio do pedido de recuperação judicial, o Grupo Toky informou que quatro fundos administrados pela SPX Capital estavam em estágio avançado de negociações para vender integralmente sua participação na empresa, incluindo ações e bônus de subscrição.

No mesmo período, dois membros do conselho de administração deixaram seus cargos: Fernando Porfirio Borges e Felipe Fonseca Pereira. As movimentações ocorreram em meio ao processo de tentativa de reorganização financeira do grupo.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

O governo arrecadou R$ 208,8 bilhões em impostos em junho, recorde desde 1995
Economia

O governo arrecadou R$ 208,8 bilhões de impostos em junho, recorde desde 1995

25 de julho de 2024
Tarifa de 55% da China sobre carne brasileira preocupa produtores
Economia

Tarifa de 55% da China sobre carne brasileira preocupa produtores

14 de julho de 2026
Banco Central e FGC aprova plano de R$ 55 bi para cobrir rombo do Banco Master
Economia

Banco Central e FGC aprova R$ 55 bi para cobrir rombo do Banco Master

10 de fevereiro de 2026
Bolsa cai e dólar dispara após decisão de Dino de blindar Moraes da Ley Magnitsky
Economia

Bolsa cai e dólar dispara após decisão de Dino de blindar Moraes da Ley Magnitsky

19 de agosto de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?