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Leia: Banco Central reduz pela sexta vez a taxa de juros; SELIC está em 10,75% ao ano
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23 de abril de 2026 14:37

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OpiniãoMT > Blog > Economia > Banco Central reduz pela sexta vez a taxa de juros; SELIC está em 10,75% ao ano
Economia

Banco Central reduz pela sexta vez a taxa de juros; SELIC está em 10,75% ao ano

Selic cai para 10,75% ao ano, menor nível em mais de dois anos.

última atualização: 20 de março de 2024 19:42
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Banco Central reduz pela sexta vez a taxa de juros; SELIC está em 10,75% ao ano
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Em reunião na tarde de hoje (20), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil reduziu a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, ajustando-a para 10,75% ao ano. Este é o menor nível da taxa básica de juros desde fevereiro de 2022 e marca o sexto corte consecutivo promovido pelo BC. 

A decisão, unânime entre os membros do Copom, era esperada pelo mercado financeiro e consolida a estratégia de flexibilização da política monetária em curso.

A Importância da Meta Fiscal

O Copom reiterou a necessidade de o governo manter um compromisso rigoroso com as metas fiscais estabelecidas. A execução efetiva dessas metas é considerada fundamental para a estabilidade das expectativas inflacionárias e, por consequência, para a condução eficaz da política monetária. 

A manutenção de uma política fiscal responsável contribui diretamente para o cenário econômico do país, influenciando decisões futuras de política monetária.

Perspectivas e ações futuras

Apesar da mudança na taxa Selic, o Banco Central salientou que o cenário econômico base permaneceu relativamente estável. A instituição sinalizou a possibilidade de um ajuste de magnitude similar na próxima reunião, contanto que as expectativas se confirmem. Além disso, o Copom ressaltou a importância de manter uma política monetária restritiva, visando a consolidação do processo de desinflação e a estabilização das expectativas inflacionárias em torno das metas definidas.

A nota divulgada pelo Comitê enfatizou que a extensão total do ciclo de flexibilização monetária dependerá de uma série de fatores, incluindo a evolução da inflação, especialmente de seus componentes mais sensíveis às políticas monetárias e econômicas, além das expectativas de inflação de longo prazo, projeções de inflação, o hiato do produto e o balanço de riscos.

Ao mesmo tempo, reforça a importância da disciplina fiscal como elemento central para a estabilidade econômica e a confiança do mercado. Este movimento, além de sinalizar uma postura atenta do Banco Central às dinâmicas econômicas, destaca a relevância de políticas fiscais sólidas na condução do país rumo a um cenário de estabilidade e crescimento sustentável. 

A continuidade dessa abordagem, focada na redução de juros e na manutenção da disciplina fiscal, será crucial para o futuro econômico do Brasil.

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