Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Atlas global: Uma em cada cinco crianças e adolescentes sofre com obesidade
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

21 de outubro de 2026 20:38

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Saúde > Atlas global: Uma em cada cinco crianças e adolescentes sofre com obesidade
Saúde

Atlas global: Uma em cada cinco crianças e adolescentes sofre com obesidade

Relatório global revela avanço da obesidade infantil no mundo e no Brasil e projeta aumento significativo de doenças associadas até 2040.

Redação OPMT
Publicado em: 5 de março de 2026
Compartilhar
6 Minutos de Leitura
Atlas global: Uma em cada cinco crianças e adolescentes sofre com obesidade
Compartilhar

A obesidade infantil tem avançado de forma preocupante em todo o mundo, segundo dados divulgados no Atlas Mundial da Obesidade 2026. O levantamento, divulgado no Dia Mundial da Obesidade, celebrado em 4 de março, indica que 20,7% das crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos apresentam sobrepeso ou obesidade. Esse percentual representa cerca de 419 milhões de jovens afetados atualmente.

De acordo com a Federação Mundial da Obesidade, a tendência é que esse número continue crescendo nas próximas décadas. A projeção aponta que, até 2040, aproximadamente 507 milhões de crianças e adolescentes poderão estar vivendo com sobrepeso ou obesidade em diferentes países.

Obesidade infantil cresce em todo o mundo

O relatório internacional destaca que o aumento da obesidade e do sobrepeso entre crianças e adolescentes traz consequências relevantes para a saúde pública global. A condição está associada ao surgimento precoce de problemas que antes eram mais comuns entre adultos.

Entre as doenças relacionadas estão hipertensão arterial e enfermidades cardiovasculares. As estimativas indicam que, até 2040, cerca de 57,6 milhões de crianças poderão apresentar sinais iniciais de doenças cardiovasculares, enquanto aproximadamente 43,2 milhões poderão desenvolver hipertensão.

Falta de políticas eficazes preocupa especialistas

A Federação Mundial da Obesidade destacou que muitas nações ainda não possuem estratégias suficientes para lidar com o avanço da obesidade infantil. Segundo a entidade, diversas regiões do mundo permanecem abaixo do nível recomendado de políticas públicas voltadas à prevenção e ao monitoramento do problema.

Entre as medidas sugeridas para reduzir o avanço da obesidade estão a criação de impostos sobre bebidas açucaradas, restrições à publicidade direcionada ao público infantil — inclusive em ambientes digitais — e a adoção de programas que incentivem a prática de atividade física entre crianças.

Além disso, especialistas defendem ações como a proteção ao aleitamento materno, melhorias nos padrões nutricionais da alimentação escolar e a integração do acompanhamento nutricional aos serviços de atenção primária à saúde.

Situação da obesidade infantil no Brasil

No Brasil, os dados também indicam números expressivos. O levantamento aponta que cerca de 6,6 milhões de crianças entre 5 e 9 anos apresentam sobrepeso ou obesidade. Quando são considerados adolescentes de 10 a 19 anos, o número sobe para 9,9 milhões.

Somando todas as faixas etárias entre 5 e 19 anos, o país registra aproximadamente 16,5 milhões de crianças e adolescentes convivendo com excesso de peso.

Doenças associadas já aparecem entre jovens

Além do aumento nos índices de obesidade, o estudo revela que diversas doenças relacionadas ao Índice de Massa Corporal (IMC) já são observadas entre crianças e adolescentes brasileiros.

Em 2025, cerca de 1,4 milhão de jovens foram diagnosticados com hipertensão relacionada ao IMC. Outros 572 mil apresentaram hiperglicemia associada ao índice corporal.

O levantamento também aponta que aproximadamente 1,8 milhão de crianças e adolescentes registraram níveis elevados de triglicerídeos. Já cerca de 4 milhões foram diagnosticados com doença hepática esteatótica metabólica, caracterizada pelo acúmulo de gordura no fígado.

As projeções indicam que esses números podem aumentar nos próximos anos. Até 2040, o Brasil poderá registrar mais de 1,6 milhão de jovens com hipertensão relacionada ao IMC e cerca de 635 mil casos de hiperglicemia atribuída ao índice corporal.

Também há previsão de crescimento nos diagnósticos de triglicerídeos elevados e de doença hepática metabólica, que pode atingir aproximadamente 4,6 milhões de crianças e adolescentes no país.

Especialistas alertam para avanço da obesidade

Para o vice-presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Bruno Halpern, os dados do atlas revelam uma expansão acelerada dos índices de obesidade infantil, especialmente em países de renda média e baixa.

Segundo o especialista, mudanças nos hábitos alimentares estão entre os principais fatores relacionados ao crescimento do problema. O consumo de alimentos ultraprocessados, de baixo valor nutricional e custo reduzido, tem aumentado de forma significativa em diversas regiões do mundo.

Halpern destaca ainda que o Brasil segue a mesma tendência observada internacionalmente. De acordo com ele, projeções anteriores já indicavam que, em aproximadamente uma década, metade das crianças e adolescentes brasileiros poderia apresentar excesso de peso.

O especialista também reforça que a obesidade não deve ser tratada apenas como uma questão individual. Para ele, o problema possui forte relação com fatores sociais, econômicos e ambientais.

Entre as medidas defendidas por especialistas estão políticas de taxação de produtos ultraprocessados e bebidas açucaradas, restrições à publicidade voltada ao público infantil e estratégias de prevenção voltadas também para a saúde materna.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Infarto silencioso - como identifica mesmo sem ter dores no peito
Saúde

Infarto Silencioso: como identificar os sintomas mesmo sem dor no peito

24 de abril de 2024
'Barriga de chope' prejudica mais ao coração que obesidade, aponta estudo
Saúde

‘Barriga de chope’ prejudica mais ao coração que obesidade, aponta estudo

16 de fevereiro de 2026
Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus
Saúde

Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus em 2026

11 de maio de 2026
Escovar os dentes antes ou depois do café da manhã? Especialistas esclarecem
Saúde

Escovar os dentes antes ou depois do café da manhã? Especialistas esclarecem

5 de junho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?