*Sêmia Mauad/ Opinião MT
Reunida em convenção na capital mato-grossense no último domingo, dia 2 de agosto, a Federação Renovação Solidária, formada pelos partidos PRD e Solidariedade, homologou oficialmente a chapa com nove candidatos que disputarão uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições deste ano.
Durante o encontro, ficou decidido que a ata permanecerá aberta até a próxima quarta-feira, dia 5 de agosto, data limite estipulada para que a direção estadual finalize as tratativas e defina os rumos das alianças para a disputa majoritária.
A nominata proporcional homologada pela federação conta com seis nomes indicados pelo PRD e três pelo Solidariedade, totalizando nove concorrentes:
-Totó da Saúde (PRD)
-Dr. Florizan (PRD)
-Sargento Erveson (PRD)
-Ale Agrella (PRD)
-Bispa Izenilda (PRD)
-Ronário Nunes (PRD)
-Rodrigo Guilherme (Solidariedade)
-Bueno (Solidariedade)
-Jamille Carrasco (Solidariedade)
ARTICULAÇÕES MAJORITÁRIAS E PREFERÊNCIAS PELO PL
Segundo o presidente estadual da federação, Aluísio Lima, a escolha por manter a ata em aberto visa permitir ajustes finais de composições políticas com partidos do campo da direita, alinhando-se a diretrizes nacionais.
“Deliberamos sobre a possibilidade de, no dia 5, voltarmos a deliberar de forma extraordinária e fazer o fechamento final com as candidaturas majoritárias. Assim, decidimos a ata ficar em aberto e, no dia 5, fazemos a nossa coligação na majoritária”, explicou Aluísio.
O dirigente destacou que, a princípio, há uma forte inclinação para marchar junto com o PL, acompanhando a orientação nacional de apoio à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo do Estado. Para o Senado, a articulação aponta para o alinhamento com a chapa composta por José Medeiros (PL) e Janaina Riva (MDB).
Apesar da preferência pelo bloco encabeçado pelos liberais, a federação ressaltou que as conversas continuam abertas e não descartam totalmente uma composição com o Republicanos, legenda que articula o nome do atual vice-governador Otaviano Pivetta para a disputa ao Palácio Paiaguás.
Ficou definido também que a federação não lançará candidaturas próprias aos cargos majoritários, nem ao posto de deputado estadual, concentrando a estratégia no fortalecimento da nominata federal.

