Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: MPT investiga denúncias de assédio sexual na fábrica da BYD na Bahia
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Ingrid Lemos, estudante de R.I e criadora de conteúdo | PodOpinar | #010
Fiesp: governo Lula mina 200 anos de cooperação bilateral com EUA
Nunes Marques retira vídeo de petista que associa Flávio à PCC
MPT investiga denúncias de assédio sexual na fábrica da BYD na Bahia
Lula 45% contra 43% de Flávio no 2º turno, pesquisa PoderData/Aya

16 de julho de 2026 19:18

OpiniãoMT > Blog > Brasil > MPT investiga denúncias de assédio sexual na fábrica da BYD na Bahia
Brasil

MPT investiga denúncias de assédio sexual na fábrica da BYD na Bahia

MPT abre procedimento para investigar denúncias de assédio moral e sexual envolvendo trabalhadores da BYD na fábrica de Camaçari, na Bahia

Redação OPMT
Publicado em: 16 de julho de 2026
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
MPT investiga denúncias de assédio sexual na fábrica da BYD na Bahia
Compartilhar

O Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciou a abertura de um procedimento preliminar para investigar denúncias de assédio moral e sexual envolvendo funcionários da BYD na unidade industrial de Camaçari, na Bahia. A iniciativa foi tomada após o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari divulgar, por meio das redes sociais, relatos recebidos de trabalhadores sobre supostas irregularidades no ambiente de trabalho da montadora.

MPT inicia apuração das denúncias envolvendo a BYD

Embora o sindicato tenha afirmado publicamente ter recebido dezenas de relatos de assédio sexual e centenas de denúncias relacionadas ao assédio moral, até o momento não houve a formalização oficial dessas acusações junto ao Ministério Público do Trabalho.

Mesmo sem uma representação formal, o órgão decidiu instaurar um procedimento inicial para reunir informações e verificar a veracidade das denúncias apresentadas. Como parte da investigação, representantes da entidade sindical deverão ser convocados para detalhar os relatos e apresentar os elementos que fundamentam as acusações.

Além dessa nova apuração, o MPT informou que já acompanha outro caso envolvendo suspeita de assédio moral na empresa, também em fase preliminar de investigação.

Sindicato relata dificuldades para reunir denúncias

Trabalhadoras teriam receio de denunciar

Segundo informações divulgadas pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Julio Bonfim, diversas funcionárias do setor operacional relataram episódios de assédio durante o exercício de suas atividades.

De acordo com o dirigente sindical, os relatos apontam que perseguições e situações de constrangimento teriam sido praticadas tanto por lideranças brasileiras quanto por gestores chineses, embora, segundo ele, a maior parte das denúncias mencione supervisores estrangeiros.

Bonfim afirmou ainda que o ambiente de pressão constante favoreceria a ocorrência de outros tipos de violência, incluindo casos de assédio sexual.

Outro obstáculo apontado pelo sindicato é o medo das vítimas em formalizar as denúncias. Conforme explicou o dirigente, muitas trabalhadoras preferem permanecer em silêncio por receio de sofrer represálias dentro da empresa, o que dificulta dimensionar a quantidade real de casos.

Relatos incluem acusações de contato físico indevido

Entre os episódios mencionados pelo sindicato está a denúncia contra um funcionário de nacionalidade chinesa que, conforme relatos recebidos pela entidade, teria cometido assédio sexual contra três colaboradoras, praticando contato físico sem consentimento.

Inicialmente, a informação recebida pelo sindicato indicava que o trabalhador teria retornado à China. Posteriormente, porém, a entidade afirmou ter sido informada de que ele apenas foi transferido para outro setor da fábrica.

O sindicato afirma acompanhar a situação e cobra medidas que garantam proteção às trabalhadoras e apuração dos fatos.

Trabalhadores realizaram paralisação na fábrica

Na última semana, funcionários da unidade industrial realizaram uma assembleia seguida de paralisação do primeiro turno das atividades.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, aproximadamente 2,5 mil trabalhadores participaram da mobilização. A entidade estima que a interrupção das operações tenha impedido a produção de cerca de 600 veículos.

Entre as reivindicações apresentadas está a criação de um programa permanente voltado à prevenção de assédio moral e sexual, com ações de conscientização, orientação e fortalecimento das relações interpessoais no ambiente corporativo.

BYD afirma adotar política de tolerância zero

Em manifestação oficial, a BYD informou que possui política de tolerância zero para qualquer prática de assédio dentro da empresa.

A montadora declarou que mantém mecanismos destinados à prevenção e investigação de denúncias, além da adoção de medidas disciplinares quando houver comprovação de irregularidades. Conforme a empresa, as sanções podem incluir desligamento dos envolvidos.

A fabricante também informou disponibilizar um canal de denúncias por e-mail, divulgado nas áreas de produção da fábrica, permitindo que trabalhadores comuniquem possíveis ocorrências de forma anônima.

Histórico da fábrica da BYD no Brasil

A implantação da fábrica da BYD em Camaçari teve início em 2024, marcando a instalação da montadora chinesa em uma das principais regiões industriais da Bahia. Em abril de 2026, entretanto, a empresa passou a integrar o cadastro de empregadores conhecido como “lista suja” do trabalho escravo, elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A inclusão ocorreu em razão da investigação sobre a situação de 163 trabalhadores chineses que atuavam na construção da unidade e que, segundo as autoridades, teriam sido submetidos a condições análogas à escravidão.

Poucos dias após a divulgação da lista, a empresa obteve decisão liminar na Justiça, suspendendo temporariamente sua permanência no cadastro enquanto o processo continua sendo analisado judicialmente.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Volkswagen é condenada em R$ 165 milhões por trabalho escravo na ditadura
Brasil

Volkswagen é condenada em R$ 165 milhões por trabalho escravo no Brasil

31 de agosto de 2025
Ônibus perde freio e causa engavetamento em anel rodoviário de Belo Horizonte [Vídeo]
Brasil

Ônibus perde freio e causa engavetamento em anel rodoviário de Belo Horizonte [Vídeo]

29 de novembro de 2024
Performance de travesti na UFMA provoca indignação nas redes sociais
Brasil

Performance de travesti na UFMA provoca indignação nas redes sociais [Vídeo]

18 de outubro de 2024
Santuário desaba no Recife deixando 22 pessoas feridas e 2 mortos
Brasil

Santuário desaba no Recife deixando 22 pessoas feridas e 2 mortos [Vídeo]

30 de agosto de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?