Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Gisela Simona declara apoio a Pivetta, expõe racha no União Brasil e cobra fidelidade partidária
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Vorcaro pagava até R$ 2 mi para influenciadores atacarem o Banco Central, diz PF
Justiça Eleitoral bloqueia R$ 227 mil da ex-mulher de Bolsonaro
BNDES prevê R$ 72 bilhões para o Plano Safra 2026/2027
Dino bloqueia R$ 119,2 milhões de Valdemar por suspeita de desvio de emendas
Projeto de lei articulado pelo PL Jovem ganha força na Assembleia Legislativa para proteger crianças no ambiente digital

10 de julho de 2026 20:59

OpiniãoMT > Blog > Eleições > Gisela Simona declara apoio a Pivetta, expõe racha no União Brasil e cobra fidelidade partidária
Eleições

Gisela Simona declara apoio a Pivetta, expõe racha no União Brasil e cobra fidelidade partidária

última atualização: 1 de julho de 2026 12:36
Jornalista Mauad
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A suplente de deputada federal, Gisela Simona (União), quebrou o silêncio e declarou publicamente a decisão pessoal de apoiar o atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa ao Governo do Estado. A posição de Gisela escancara o racha na sigla, que tem o senador Jayme Campos como outro forte pré-candidato ao cargo.

Ao manifestar alinhamento com Pivetta, Gisela cobrou uma postura de lealdade mútua que viria desde o início do atual mandato do Executivo.

“Eu tenho uma decisão pessoal minha de apoiar o governador Otaviano Pivetta e vamos aguardar a nossa convenção para decidir o que o partido vai deliberar. Desde quando o Pivetta aceitou ser vice do governador Mauro Mendes, sempre existiu essa lealdade de que ele contaria conosco e de que agora, de alguma forma, poderia contar conosco. Então, nós estamos junto com o Pivetta, mas aguardando essa decisão do partido para ver como cada um vai se manifestar”, afirmou.

Apesar de firmar sua posição ao lado do governador, Gisela reconheceu o tamanho e a força que o senador Jayme Campos possui dentro do União Brasil. Para ela, a convenção partidária será o verdadeiro termômetro para medir as forças das correntes internas.

No entanto, o veredito final sobre o rumo da chapa majoritária em Mato Grosso não dependerá apenas do diretório regional. O martelo precisará passar pela validação da comissão da Federação União Progressista, que é nomeada e controlada diretamente pela direção nacional.

Defensora da união interna, Gisela criticou a prática comum de partidos liberarem filiados para apoiarem candidatos de outras siglas, argumentando que isso esvazia o propósito do sistema partidário brasileiro.

“Eu, particularmente, não gosto disso. O partido em que você está tem que ter peso na sua decisão. É assim que se faz partido político no Brasil. Senão, nós não precisaríamos ter partido”, declarou.

Para ilustrar o cenário de infidelidade que tenta combater, a suplente relembrou o que aconteceu na eleição presidencial de 2022, quando o partido lançou a senadora Soraya Thronicke ao Planalto, mas o diretório em Mato Grosso debandou majoritariamente para o apoio à reeleição de Jair Bolsonaro ou à candidatura de Lula.

“Soraya Thronicke foi candidata do União Brasil e eu praticamente fui uma das únicas que a apoiei na época, seja por ser mulher, seja por ser uma candidata do partido. Mas é isso: a gente não viu a fidelidade partidária acontecer, tendo essa liberação para os outros partidos. O que eu vejo é que isso é muito ruim, é muito prejudicial”, relembrou.

Gisela Simona concluiu pontuando que, embora o compromisso esteja com o projeto de Pivetta, as regras do jogo partidário falarão mais alto dependendo do que for chancelado na ata oficial da legenda.

“Vamos esperar o que a convenção vai dizer. Se a convenção fecha questão com relação ao nome do Jayme, se a convenção libera os convencionados para outro nome. Então, tudo depende da decisão do partido para saber como nós vamos nos posicionar”, finalizou.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Eleições

Tabela com representatividade de partidos na Câmara e no Congresso Nacional é publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral

16 de agosto de 2024
Eleições

PL garante unidade em torno da candidatura ao governo de Wellington Fagundes; VEJA VÍDEO

10 de março de 2026
Eleições

Pesquisa aponta que Kalil Baracat tem 66% de aprovação de eleitores de Várzea Grande

30 de agosto de 2024
Eleições

Wellington Fagundes lidera disputa pelo Governo de Mato Grosso em cenários de 1º e 2º turno

2 de junho de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?