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Leia: Após queda nas pesquisas, governo planeja revogar “taxa das blusinhas”
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23 de abril de 2026 12:44

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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Após queda nas pesquisas, governo planeja revogar “taxa das blusinhas”
Governo Lula

Após queda nas pesquisas, governo planeja revogar “taxa das blusinhas”

Governo federal admite possível revogação da taxa das blusinhas, enquanto divergências internas e impacto fiscal ampliam debate político.

última atualização: 18 de abril de 2026 16:50
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Após queda nas pesquisas, governo planeja revogar "taxa das blusinhas"
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O governo federal voltou ao centro do debate após admitir a possibilidade de rever a taxa das blusinhas, imposto de 20% aplicado sobre compras internacionais de até 50 dólares. A sinalização foi dada pelo ministro Guilherme Boulos, em meio a um cenário de desgaste político e divergências dentro da própria gestão.

Taxa das blusinhas pode ser revista

Durante entrevista concedida à GloboNews, Boulos afirmou que a revogação da medida não está descartada. Segundo ele, a criação da chamada taxa das blusinhas não partiu originalmente do Executivo, mas sim do Congresso Nacional, após pressão de setores do varejo.

O ministro explicou que o texto enviado pelo governo não previa a cobrança, que acabou sendo incluída durante a tramitação legislativa. A declaração ocorre em um momento de intensificação do debate sobre os impactos da medida na economia e na popularidade do governo.

Origem da taxação no Congresso

De acordo com Boulos, a inclusão do imposto foi resultado direto da atuação de parlamentares e de interesses do setor varejista nacional. A proposta original do governo não contemplava a tributação de compras de baixo valor feitas no exterior.

A medida passou a ser alvo de críticas principalmente por atingir consumidores de menor poder aquisitivo, que recorrem a plataformas internacionais para adquirir produtos mais baratos.

Lula reconhece impacto negativo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou sobre o tema nos últimos dias. Em entrevista a veículos de mídia independentes, Lula classificou a cobrança como desnecessária.

Segundo o presidente, a taxa atingiu diretamente consumidores de baixa renda e gerou desgaste político para o governo. Ele reconheceu que a medida trouxe prejuízos à imagem da gestão, especialmente entre eleitores mais sensíveis ao aumento de custos no consumo.

Repercussão entre os brasileiros

Levantamento realizado pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg apontou que uma parcela significativa da população avalia negativamente a medida. A pesquisa indicou que a maioria dos entrevistados considera a taxa das blusinhas como um dos principais erros do atual governo.

Os dados reforçam a pressão política para uma eventual revisão da política tributária sobre compras internacionais de pequeno valor.

Governo dividido sobre o tema

A discussão sobre a manutenção ou revogação da taxa escancarou divergências dentro do próprio governo. O ministro José Guimarães defendeu publicamente o fim da cobrança, destacando o impacto negativo da medida na avaliação do governo.

Por outro lado, o vice-presidente Geraldo Alckmin apresentou posição contrária. Segundo ele, a taxação ainda é necessária, argumentando que, mesmo com a cobrança, os produtos importados continuam mais baratos do que os nacionais.

Alckmin também ressaltou que não há uma decisão oficial do governo sobre o tema até o momento, indicando que o debate segue em aberto dentro da administração federal.

Impacto fiscal da possível revogação

Além da questão política, a discussão envolve fatores econômicos relevantes. Dados da Receita Federal apontam que a arrecadação com a taxa das blusinhas superou as expectativas iniciais.

Entre agosto e dezembro de 2024, o imposto gerou mais de 1,1 bilhão de reais, valor acima das projeções. Em 2025, a arrecadação chegou a 5 bilhões de reais. Já no primeiro trimestre de 2026, o montante arrecadado atingiu 1,28 bilhão de reais, registrando crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior.

Necessidade de compensação orçamentária

Caso o governo decida revogar a taxa, será necessário adotar medidas para compensar a perda de arrecadação. A mudança exigiria a edição de uma medida provisória ou o envio de um novo projeto de lei ao Congresso Nacional.

A equipe econômica avalia alternativas para evitar impactos no equilíbrio fiscal, já que a retirada da cobrança pode afetar diretamente o resultado das contas públicas.

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