Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Dívida pública do Brasil sobe para 79,2% do PIB em fevereiro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Com dívidas de R$ 340 milhões, Chilli Beans pede recuperação extrajudicial
Anvisa aprova 5 novas canetas para tratamento de diabetes e obesidade
Inadimplência no Brasil bate recorde e atinge 84,2 milhões de pessoas em setembro
Ministério da Justiça retira classificação livre de desenhos bíblicos da Record
ICMS dos combustíveis terá novo aumento em fevereiro de 2027

3 de novembro de 2026 01:46

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Dívida pública do Brasil sobe para 79,2% do PIB em fevereiro
Governo Lula

Dívida pública do Brasil sobe para 79,2% do PIB em fevereiro

Dívida pública do Brasil atinge 79,2% do PIB em fevereiro de 2026, com impacto de juros altos e crescimento econômico mais lento.

Redação OPMT
Publicado em: 31 de março de 2026
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Dívida pública do Brasil sobe para 79,2% do PIB em fevereiro
Compartilhar

O Brasil registrou avanço na dívida pública em fevereiro de 2026, alcançando 79,2% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme dados divulgados pelo Banco Central do Brasil. O aumento em relação aos 78,7% observados em janeiro evidencia os desafios fiscais enfrentados pelo país em meio a juros elevados e ao encarecimento do custo da dívida.

Dívida pública mantém trajetória de crescimento

A evolução da dívida segue pressionando as contas públicas. A dívida líquida do setor público atingiu 65,5% do PIB em fevereiro, enquanto o resultado primário consolidado apresentou déficit de 16,388 bilhões de reais — valor inferior à expectativa do mercado, que previa um rombo maior.

Os dados indicam que o governo central teve um déficit primário próximo de 30 bilhões de reais no período. Paralelamente, o estoque da dívida pública federal — indicador acompanhado pelo Tesouro Nacional — cresceu 2,31%, chegando a 8,841 trilhões de reais.

Esse avanço foi impulsionado por emissões líquidas de títulos que somaram 125,75 bilhões de reais, além da incorporação de 73,87 bilhões de reais em juros. A composição da dívida também sofreu alteração, com aumento na participação de títulos prefixados, que passaram de 20,65% para 21,33% do total.

Juros elevados impactam a dívida pública

A política monetária tem papel relevante na dinâmica da dívida pública. O Banco Central do Brasil manteve a taxa Selic em 15% ao ano desde julho de 2025, patamar considerado elevado e que influencia diretamente o custo do endividamento.

Relatórios de mercado, como o da BBVA Research, indicam possibilidade de redução da taxa para 11,75% até o fim de 2026. No entanto, fatores externos, como tensões geopolíticas envolvendo o Irã, podem limitar a velocidade desse movimento.

Com grande parte da dívida atrelada à Selic, os juros altos aumentam significativamente o custo de manutenção das obrigações públicas, dificultando o equilíbrio fiscal.

Projeções e alertas sobre a dívida pública

Durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a dívida pública apresentou crescimento contínuo. O indicador fechou 2024 em 76,1% do PIB e 2025 em 78,7%.

Projeções oficiais apontam que esse percentual pode alcançar 84,2% até 2028. Já o Fundo Monetário Internacional utiliza metodologia mais ampla e estima níveis ainda mais elevados.

Análises do Goldman Sachs indicam que o Brasil precisaria gerar superávit primário superior a 2,5% do PIB para reverter a tendência de alta da dívida pública. Esse número está acima da meta estabelecida pelo governo, de 0,25% para o ano.

Crescimento econômico mais fraco amplia desafios

O cenário econômico também contribui para a pressão sobre a dívida pública. O país registrou crescimento de 2,3% em 2025, o menor desempenho desde a retração observada em 2020.

Para 2026, o Banco Central projeta desaceleração adicional, com expansão estimada em 1,6%. Apesar disso, a arrecadação federal atingiu recorde de 222,1 bilhões de reais em fevereiro, com crescimento real de 5,68% na comparação anual.

Mesmo com aumento na arrecadação, o elevado nível de juros continua sendo um fator limitante. Cerca de metade da dívida pública está indexada à Selic, o que mantém o custo de financiamento elevado e restringe a capacidade de ajuste fiscal.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Haddad diz que Governo Federal publicará Medida Provisória para garantir o Plano Safra 2024/2025
Governo Lula

Haddad diz que Governo Federal publicará Medida Provisória para garantir o Plano Safra 2024/2025

23 de fevereiro de 2025
Governo já arrecadou R$ 1,65 bilhão com empresas de apostas no Brasil
Governo Lula

Governo já arrecadou R$ 1,65 bilhão com regulação de empresas de apostas no Brasil

21 de dezembro de 2024
Governo estuda cortar R$ 49,7 bilhões da aposentadoria dos militares
Governo Lula

Governo estuda cortar R$ 49,7 bilhões da aposentadoria dos militares

12 de novembro de 2024
Direita vota com o Governo e aprova MP que cria o programa Gás do Povo
Governo Lula

Direita vota com o Governo e aprova MP que cria o programa Gás do Povo

3 de fevereiro de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?