Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Polícia Civil desarticula esquema de venda de celulares liderado por policiais penais em Várzea Grande
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO
Influencers e empresários de Cuiabá são alvos por golpes em jogos de azar e lavagem de R$ 10 milhões; VEJA VÍDEO
Polícia Civil mira “gerentes” e “disciplinas” de facção em Sinop e Cuiabá

23 de abril de 2026 13:20

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Várzea Grande > Polícia Civil desarticula esquema de venda de celulares liderado por policiais penais em Várzea Grande
Várzea Grande

Polícia Civil desarticula esquema de venda de celulares liderado por policiais penais em Várzea Grande

última atualização: 27 de fevereiro de 2026 15:02
Jornalista Mauad
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Foto: Polícia Civil-MT
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), deflagrou na manhã desta sexta-feira, dia 27 de fevereiro, a Operação Via Paralela. O objetivo é desarticular uma associação criminosa composta por policiais penais e reeducandos, especializada na introdução e comercialização ilícita de aparelhos celulares dentro do sistema prisional.

Foto: Polícia Civil-MT

Ao todo, estão sendo cumpridas 10 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão domiciliar. O foco das investigações é o Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos, localizado em Várzea Grande.

O MODUS OPERANDI: COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA

As investigações revelaram um esquema lucrativo e bem estruturado que utilizava a facilidade de acesso de servidores públicos para contornar a segurança da unidade.

Foto: Polícia Civil-MT

Policiais penais, em seus dias de folga, eram responsáveis por buscar os aparelhos celulares com vendedores externos. Ao retornarem ao trabalho, os agentes entravam na unidade com os celulares, chegando a carregar até oito aparelhos de uma única vez. Os policiais deixavam os dispositivos escondidos em pontos específicos e pré-determinados dentro do presídio. Um preso que possuía autorização para circulação livre nas dependências da unidade buscava os aparelhos e fazia a entrega final aos detentos que haviam efetuado o pagamento.

VALORES E LUCRATIVIDADE

A corrupção tinha preço fixo. os policiais penais cobravam entre R$ 400 e R$ 800 por cada aparelho introduzido com sucesso na unidade. O esquema não se limitava apenas à entrega, mas envolvia uma verdadeira rede de comercialização interna.

Foto: Polícia Civil-MT

Um reeducando específico desempenhava papel central na organização, atuando como o “gerente” do negócio. Ele coordenava a venda dos telefones entre os detentos e garantia que as “vantagens indevidas” (as propinas) fossem devidamente repassadas aos agentes públicos envolvidos.

DESARTICULAÇÃO E PRÓXMOS PASSOS

Com as ordens judiciais cumpridas hoje, a Polícia Civil busca agora identificar outros possíveis envolvidos e verificar se o esquema se estendia a outras unidades prisionais do estado. Os materiais apreendidos durante as buscas domiciliares passarão por perícia técnica.

Os policiais penais envolvidos devem responder por crimes de corrupção passiva e associação criminosa, além de enfrentarem processos administrativos que podem resultar na expulsão da corporação. Os detentos envolvidos terão suas penas agravadas e regressão de regime.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Várzea Grande

Briga em distribuidora termina com morte por esfaqueamento em Várzea Grande

30 de novembro de 2025
Várzea Grande

Polícia investiga se corpo em Várzea Grande é de membro de facção que estava desaparecido

21 de agosto de 2025
Várzea Grande

Personal trainer é morta a tiros em Várzea Grande; VEJA VÍDEO

11 de setembro de 2025
Mato GrossoVárzea Grande

Criança é suspeita de sarampo e quebra período sem casos em Mato Grosso

8 de outubro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?