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Leia: MEC distribui nas escolas públicas, livro com trechos de sexo explícito
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23 de abril de 2026 18:28

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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > MEC distribui nas escolas públicas, livro com trechos de sexo explícito
Governo Lula

MEC distribui nas escolas públicas, livro com trechos de sexo explícito

O livro "O Avesso da Pele" de Jeferson Tenório, é um romance erótico que abrange temas de identidade e racismo.

última atualização: 3 de março de 2024 11:13
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
MEC distribui nas escolas públicas, livro com trechos de sexo explícito
"O Avesso da Pele" é apresentado pela Companhia das Letras como um romance. Imagem: Divulgação.
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Recentemente, o Ministério da Educação (MEC) tem estado no centro de uma ampla discussão após a distribuição do livro “O Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório, para escolas públicas através do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Esta obra, laureada com o Prêmio Jabuti na categoria “Romance Literário” em 2021, traz à tona debates sobre identidade, racismo, e inclusão de conteúdos explícitos em materiais didáticos.

Contextualização da Distribuição

Em setembro de 2022, o MEC incluiu “O Avesso da Pele” e outros 530 títulos ao PNLD, numa decisão oficializada por Gilson Passos de Oliveira, da Secretaria de Educação Básica. Este programa tem como objetivo fornecer livros literários a instituições educacionais, enriquecendo o acervo disponível para estudantes.

A controvérsia ganhou força após Janaina Venzon, diretora de uma escola em Santa Cruz do Sul (RS), manifestar preocupação com passagens do livro que contêm descrições explícitas de atos sexuais e referências a drogas. 

Segundo Venzon, a obra possui linguagem inapropriada para o ambiente escolar, destacando a existência de mais de cinquenta trechos com palavrões e alusões sexuais.

“O Avesso da Pele” é apresentado pela Companhia das Letras como um romance que explora as complexas relações raciais e a violência contra a negritude. A narrativa culmina na execução injusta do pai do protagonista pela polícia, retratando as tensões raciais e sociais subjacentes.

Algumas passagens do livro utiliza linguagens chulas como:

“Vem, minha branquinha”, diz um trecho do material. “Vem, meu negão. Chupa a tua branquinha. Chupa o teu nego. Adoro a tua pele branquinha. Adoro a tua pele, meu nego. Adoro tua b… branca. Adoro teu p… preto.”

Posicionamento do MEC

Frente às reações negativas nas redes sociais, o MEC esclareceu que a escolha do livro foi realizada pela gestão anterior, baseando-se em critérios isonômicos e transparentes. A seleção dos títulos do PNLD é feita por especialistas, incluindo professores e acadêmicos, assegurando a qualidade do material didático oferecido às escolas.

Apesar das justificativas do MEC, Janaina Venzon contesta a afirmação de que a escola solicitou o livro, ameaçando levar o caso ao Ministério Público caso seja comprovada a ausência de pedido formal pela coordenação pedagógica.

Enquanto o MEC defende a transparência e qualidade do processo de escolha, educadores e parte da sociedade questionam a pertinência de determinadas obras no contexto educacional, destacando a importância de alinhar os materiais às necessidades pedagógicas e à sensibilidade dos estudantes e suas famílias. 

Este caso ressalta a necessidade de diálogo contínuo entre órgãos governamentais, instituições educacionais e a comunidade, visando a melhor seleção de conteúdos que contribuam para a formação crítica e integral dos alunos.

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