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Leia: Correios confirmam o fechamento de mil agências e 15 mil demissões voluntárias
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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Correios confirmam o fechamento de mil agências e 15 mil demissões voluntárias
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Correios confirmam o fechamento de mil agências e 15 mil demissões voluntárias

Correios divulgam plano para reduzir déficits, com fechamento de agências, PDVs, venda de imóveis e estudo de mudança societária.

última atualização: 29 de dezembro de 2025 17:21
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Correios confirmam o fechamento de mil agências e 15 mil demissões voluntárias
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Os Correios anunciaram nesta segunda-feira (29) um amplo plano de reestruturação com foco na redução dos déficits financeiros acumulados desde 2023. A proposta prevê o fechamento de agências, cortes de despesas, programas de demissão voluntária e outras medidas voltadas ao equilíbrio das contas da estatal, sem comprometer a universalização do serviço postal em todo o território nacional.

Plano de reestruturação dos Correios

A principal medida apresentada pela direção dos Correios é o encerramento de cerca de 16% das agências próprias da empresa. Na prática, aproximadamente mil unidades devem ser fechadas, de um total de cerca de seis mil mantidas diretamente pela estatal em todo o país. A expectativa é de que a iniciativa gere uma economia estimada em R$ 2,1 bilhões.

Apesar do fechamento de agências, a empresa reforçou que continuará cumprindo a obrigação legal de atender todos os municípios brasileiros. Segundo a direção, a análise para encerrar unidades levará em conta tanto o desempenho financeiro quanto a necessidade de garantir o acesso da população aos serviços postais, inclusive por meio de pontos de atendimento operados em parceria, que somam cerca de 10 mil no Brasil.

Demissão voluntária e redução de despesas

Outro eixo do plano dos Correios envolve a diminuição dos gastos com pessoal. Estão previstos dois Programas de Demissão Voluntária (PDVs), um em 2026 e outro em 2027, com a meta de reduzir o quadro de funcionários em cerca de 15 mil trabalhadores até o fim desse período.

De acordo com a administração da empresa, aproximadamente 90% das despesas atuais possuem caráter fixo, o que dificulta ajustes rápidos diante das mudanças do mercado. Com os PDVs e a revisão de benefícios, a estimativa é reduzir os gastos com pessoal em cerca de R$ 2,1 bilhões por ano.

Situação financeira dos Correios

O plano de reestruturação surge em meio a sucessivos resultados negativos registrados pela estatal. Desde 2022, a empresa enfrenta um déficit estrutural anual estimado em R$ 4 bilhões, atribuído principalmente à obrigação de manter a universalização do serviço postal.

Em 2025, os Correios acumulam um saldo negativo de aproximadamente R$ 6 bilhões nos nove primeiros meses do ano. Além disso, o patrimônio líquido da companhia está negativo em R$ 10,4 bilhões, segundo dados apresentados pela própria empresa.

Empréstimos e possível mudança societária

Para reforçar o caixa, os Correios contrataram recentemente um empréstimo de R$ 12 bilhões junto a instituições financeiras. Ainda assim, a direção informou que busca levantar outros R$ 8 bilhões para garantir o equilíbrio das contas em 2026.

A partir de 2027, a estatal também avalia uma mudança em sua estrutura societária. Atualmente, os Correios são uma empresa 100% pública, mas a direção estuda a possibilidade de transformá-la em uma companhia de economia mista, nos moldes de empresas como Petrobras e Banco do Brasil.

Corte de benefícios e venda de imóveis

O plano inclui ainda a revisão dos planos de saúde e previdência dos servidores, considerados financeiramente onerosos para a empresa. A proposta é adequar esses benefícios à realidade financeira da estatal.

Além disso, está prevista a venda de imóveis pertencentes aos Correios, com potencial de arrecadação estimado em R$ 1,5 bilhão, contribuindo para a redução do déficit.

Crise no setor postal

Segundo a direção, a crise enfrentada pelos Correios não é recente e está relacionada a transformações estruturais do setor postal. A digitalização das comunicações reduziu significativamente o volume de cartas, historicamente a principal fonte de receita da empresa.

A estatal também aponta o aumento da concorrência no comércio eletrônico como um fator que impactou os resultados financeiros. Situação semelhante, segundo a administração, é observada em outros países, como nos Estados Unidos, onde o serviço postal público também registra prejuízos bilionários.

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