Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: TJMT obriga plano de saúde a custear RPG para menina com paralisia cerebral
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Empresas tem até sexta para escolher modelo do Simples
EFEITO LULA: Bolsa cai 15%, é obrigada a fechar e reabre com dólar a R$ 5,60
Após vitória, Lula defende regulação imediata das redes sociais
Polícia Penal deflagra operação com varredura simultânea nas 42 unidades prisionais de Mato Grosso
José Medeiros (PL) compara Lula a Maduro após decisão do STF que prorrogou horário de votação

27 de outubro de 2026 01:12

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > TJMT obriga plano de saúde a custear RPG para menina com paralisia cerebral
Justiça

TJMT obriga plano de saúde a custear RPG para menina com paralisia cerebral

Jornalista Mauad
Publicado em: 7 de novembro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) confirmou uma decisão crucial que garante o direito à saúde de uma criança de 10 anos, portadora de paralisia cerebral e problemas graves na coluna. O Tribunal determinou que o plano de saúde da família deve, obrigatoriamente, custear as sessões de Reeducação Postural Global (RPG), tratamento que havia sido negado sob a alegação de não estar no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A decisão, proferida pela Quinta Câmara de Direito Privado do TJMT, reforça o entendimento de que, em casos de saúde essencial e comprovada necessidade médica, o Rol da ANS não pode ser usado para limitar os tratamentos do paciente.

A família da menina, cuja identidade não foi revelada, iniciou a batalha quando o médico responsável indicou o tratamento de RPG como indispensável para a saúde da criança. O tratamento visa corrigir a postura, fortalecer a musculatura e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida da paciente, que enfrenta limitações impostas pela paralisia cerebral.

Ao solicitar a autorização, o pedido foi prontamente recusado pela operadora do plano de saúde. A justificativa padrão utilizada pela empresa era que o RPG não constava na lista de procedimentos de cobertura obrigatória definida pela ANS.

Diante da negativa que comprometia o tratamento da filha, os responsáveis recorreram à Justiça. Em primeira instância, eles conseguiram uma decisão liminar que obrigava o plano a cobrir imediatamente as sessões.

A operadora do plano de saúde tentou reverter a liminar, apresentando recurso ao TJMT. No entanto, o pedido foi negado pelos desembargadores da Quinta Câmara de Direito Privado.

O Tribunal manteve a decisão favorável à criança, fundamentando que o tratamento de RPG não era uma opção estética ou complementar, mas sim um procedimento essencial para a manutenção da saúde e da qualidade de vida da menina.

A Justiça considerou o laudo médico, que comprovava a indispensabilidade do RPG para corrigir a postura e fortalecer a musculatura da criança. Prevaleceu, assim, o entendimento de que a vida e a saúde do paciente devem se sobrepor às restrições contratuais baseadas no rol taxativo (ou exemplificativo, a depender da interpretação legal) da ANS.

Com isso, a operadora de saúde foi definitivamente compelida a custear todas as sessões necessárias, garantindo que a menina de 10 anos possa dar continuidade ao tratamento para a condição.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Justiça anula contrato de show de Leonardo em Gaúcha do Norte-MT; suspeitas de superfaturamento
Justiça

Justiça anula contrato de show de Leonardo em Gaúcha do Norte-MT

29 de maio de 2025
JustiçaPolítica

Filha de Éder de Moraes tem mandato cassado por abuso de poder econômico e compra de votos

10 de julho de 2025
Moraes multa X e Starlink em R$ 5 milhões após retorno inadequado da rede social
Justiça

Moraes multa X e Starlink em R$ 5 milhões após retorno inadequado da rede social

19 de setembro de 2024
JustiçaPolítica

Vereador de Rondonópolis tem mandato cassado por abuso de poder e ligação com facção criminosa

14 de maio de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?