Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: TJMT obriga plano de saúde a custear RPG para menina com paralisia cerebral
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
CNE proíbe uso de IA para corrigir provas e redações de estudantes
Putin envia mensagem a Lula e defende nova ordem mundial multipolar
Antioxidantes no café e na uva regeneram o intestino, revela estudo
Mendonça libera caso Moraes e Vorcaro para julgamento no plenário
Médico morre em grave colisão frontal na BR-174; VEJA VÍDEO

7 de setembro de 2026 20:44

OpiniãoMT > Blog > Justiça > TJMT obriga plano de saúde a custear RPG para menina com paralisia cerebral
Justiça

TJMT obriga plano de saúde a custear RPG para menina com paralisia cerebral

Jornalista Mauad
Publicado em: 7 de novembro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) confirmou uma decisão crucial que garante o direito à saúde de uma criança de 10 anos, portadora de paralisia cerebral e problemas graves na coluna. O Tribunal determinou que o plano de saúde da família deve, obrigatoriamente, custear as sessões de Reeducação Postural Global (RPG), tratamento que havia sido negado sob a alegação de não estar no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A decisão, proferida pela Quinta Câmara de Direito Privado do TJMT, reforça o entendimento de que, em casos de saúde essencial e comprovada necessidade médica, o Rol da ANS não pode ser usado para limitar os tratamentos do paciente.

A família da menina, cuja identidade não foi revelada, iniciou a batalha quando o médico responsável indicou o tratamento de RPG como indispensável para a saúde da criança. O tratamento visa corrigir a postura, fortalecer a musculatura e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida da paciente, que enfrenta limitações impostas pela paralisia cerebral.

Ao solicitar a autorização, o pedido foi prontamente recusado pela operadora do plano de saúde. A justificativa padrão utilizada pela empresa era que o RPG não constava na lista de procedimentos de cobertura obrigatória definida pela ANS.

Diante da negativa que comprometia o tratamento da filha, os responsáveis recorreram à Justiça. Em primeira instância, eles conseguiram uma decisão liminar que obrigava o plano a cobrir imediatamente as sessões.

A operadora do plano de saúde tentou reverter a liminar, apresentando recurso ao TJMT. No entanto, o pedido foi negado pelos desembargadores da Quinta Câmara de Direito Privado.

O Tribunal manteve a decisão favorável à criança, fundamentando que o tratamento de RPG não era uma opção estética ou complementar, mas sim um procedimento essencial para a manutenção da saúde e da qualidade de vida da menina.

A Justiça considerou o laudo médico, que comprovava a indispensabilidade do RPG para corrigir a postura e fortalecer a musculatura da criança. Prevaleceu, assim, o entendimento de que a vida e a saúde do paciente devem se sobrepor às restrições contratuais baseadas no rol taxativo (ou exemplificativo, a depender da interpretação legal) da ANS.

Com isso, a operadora de saúde foi definitivamente compelida a custear todas as sessões necessárias, garantindo que a menina de 10 anos possa dar continuidade ao tratamento para a condição.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Justiça

Professor da UFMT é denunciado pelo Ministério Público por morte cruel de gata; indenização pode chegar a R$ 300 mil

23 de agosto de 2024
Justiça

Vereador acusado de ser um dos líderes de organização criminosa no DAE/ VG é solto pela Justiça

24 de setembro de 2024
STF marca para fim de maio, julgamento sobre Lei da Dosimetria
Justiça

STF marca para fim de maio, julgamento sobre Lei da Dosimetria

13 de maio de 2026
Moraes prorroga por mais seis meses o inquérito das fake news
Justiça

Moraes prorroga por mais seis meses o inquérito das fake news

16 de dezembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?