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Leia: Marina Silva quer incluir tilápia, manga, goiaba, camarão como espécies invasoras
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7 de março de 2026 08:54

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OpiniãoMT > Blog > Agronegócio > Marina Silva quer incluir tilápia, manga, goiaba, camarão como espécies invasoras
Agronegócio

Marina Silva quer incluir tilápia, manga, goiaba, camarão como espécies invasoras

Proposta do governo de incluir a tilápia e outras espécies como invasoras preocupa produtores e pode afetar a economia e o emprego no país.

última atualização: 28 de outubro de 2025 14:59
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Marina Silva que incluir tilápia, manga, goiaba, camarão como espécies invasoras
Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Imagem: Redes Sociais.
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A proposta da Ministra do Meio Ambiente Marina Silva de incluir a tilápia, pirarucu, camarão, manga, goiaba na lista de espécies exóticas invasoras gerou grande repercussão entre produtores e parlamentares ligados ao agronegócio. O tema foi debatido com intensidade na última semana após o deputado Pedro Lupion, coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), criticar duramente a iniciativa, classificando-a como “absurda”.

A medida, segundo especialistas e representantes do setor, poderia comprometer uma das atividades que mais crescem na piscicultura brasileira. Hoje, a tilápia é considerada o principal peixe cultivado no país, movimentando a economia e garantindo renda a milhares de famílias que dependem da aquicultura.

Tilápia é destaque na produção nacional de peixes cultivados

Nos últimos anos, o cultivo de tilápia se consolidou como carro-chefe da piscicultura nacional. Em 2024, o Brasil produziu 662,3 mil toneladas do peixe, o equivalente a 68% de toda a produção de peixes cultivados no país. Esse número representa um aumento de 14,36% em relação ao ano anterior, segundo dados do setor.

Com carne branca, sabor suave e alta aceitação no mercado, o filé de tilápia conquistou espaço nas mesas dos brasileiros e se tornou uma importante fonte de renda para milhares de famílias. A aquicultura nacional produz mais de 1 milhão de toneladas de peixes por ano, com consumo médio de quase 5 kg por habitante.

A proposta de revisão das “listas nacionais de espécies exóticas invasoras” está sendo elaborada pelo Ministério do Meio Ambiente, sob coordenação da Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O objetivo, segundo o governo, é fortalecer políticas de proteção ambiental e controle de espécies que possam ameaçar ecossistemas nativos.

No entanto, a possibilidade de incluir a tilápia e outras espécies de grande importância econômica, como manga, goiaba e jaca, despertou preocupação no agronegócio. Representantes do setor argumentam que a classificação pode gerar barreiras comerciais e restrições à produção, afetando diretamente a agricultura familiar e polos produtivos de várias regiões, especialmente no Nordeste.

A Frente Parlamentar da Agropecuária alerta que a inclusão da tilápia e de outras espécies amplamente cultivadas pode causar perdas bilionárias. Somente a produção de manga, também citada na lista preliminar, movimentou R$ 2,5 bilhões em 2024, tornando o Brasil o terceiro maior exportador mundial da fruta.

Setor madeireiro também manifesta preocupação

A discussão não se limita à piscicultura. O setor florestal também foi afetado pela proposta, que inclui o eucalipto e o pinus entre as espécies classificadas como exóticas. Essas árvores são a base da indústria de papel, celulose e madeira de reflorestamento, responsáveis por cerca de 90% da madeira processada no país e por centenas de milhares de empregos, especialmente nas regiões Sul e Sudeste.

Segundo a FPA, o enquadramento dessas espécies como invasoras “teria efeitos diretos sobre investimentos privados e públicos, dificultando a expansão de áreas reflorestadas e o cumprimento das metas nacionais de neutralidade de carbono”.

Para o setor aquícola, qualquer restrição à criação de tilápia em cativeiro representaria não apenas prejuízos econômicos, mas também retrocesso na geração de empregos e na segurança alimentar. Produtores pedem diálogo entre o governo e os representantes da cadeia produtiva antes de qualquer decisão definitiva.

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