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Leia: Geração de empregos com carteira assinada cai 19,2% em junho
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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Geração de empregos com carteira assinada cai 19,2% em junho
Governo Lula

Geração de empregos com carteira assinada cai 19,2% em junho

Em junho de 2025, o Brasil criou 166,6 mil empregos com carteira assinada, queda de 19,2% em relação ao mesmo mês de 2024.

última atualização: 4 de agosto de 2025 14:44
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Geração de empregos com carteira assinada cai 19,2% em junho
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O Brasil registrou a criação de 166,6 mil empregos com carteira assinada em junho de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Apesar do saldo positivo, o número representa uma desaceleração de 19,2% em comparação ao mesmo mês de 2024, quando foram gerados 206,3 mil postos formais.

Panorama da geração de empregos com carteira assinada

De acordo com o governo federal, o país alcançou em junho o total de 48,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada nos setores público e privado. O dado representa um crescimento de 3,4% no estoque de empregos formais em relação a junho de 2024, indicando uma tendência de recuperação contínua, ainda que em ritmo mais moderado.

O salário médio de admissão no mês de junho foi de R$ 2.278,37. O valor representa um aumento real de R$ 24,48 (1,09%) em relação a maio, com ajuste pela inflação. Já na comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de R$ 28,76, ou 1,28%, reforçando uma leve valorização no poder de compra do trabalhador formal.

Desempenho no acumulado do primeiro semestre

No acumulado de janeiro a junho de 2025, o saldo de empregos com carteira assinada foi de 1,22 milhão de novas vagas. O número, embora expressivo, revela uma redução de 6,8% frente ao mesmo período de 2024, quando haviam sido criados 1,31 milhão de empregos formais.

A criação de empregos formais é um dos indicadores acompanhados de perto por economistas e pelo Banco Central para avaliar o ritmo da economia brasileira. Um mercado de trabalho aquecido pode pressionar a inflação e dificultar a redução da taxa Selic, atualmente mantida em 15% ao ano como forma de conter o avanço dos preços e desacelerar o consumo.

Estados com maior saldo positivo

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 26 unidades da Federação registraram saldo positivo na geração de empregos em junho. Os maiores resultados foram observados em:

– São Paulo: +4.089 vagas (+0,27%);

– Minas Gerais: +5.228 vagas (+0,48%);

– Rio de Janeiro: +4.363 vagas (+0,39%).

Os menores saldos foram registrados nos seguintes estados:

– Tocantins: +513 vagas (+0,19%);

– Roraima: +44 vagas (+0,05%);

– Espírito Santo: -3.348 vagas (-0,36%) — único estado com saldo negativo no período.

Desempenho por setor da economia

Todos os cinco principais setores da economia apresentaram saldo positivo em junho. O maior destaque ficou com o setor de serviços, responsável por mais da metade das vagas criadas no mês:

– Serviços: +77.057 empregos (+0,33%);

– Comércio: +42.938 empregos (+0,31%);

– Agropecuária: +19.833 empregos (+1,38%);

– Indústria: +18.105 empregos (+0,22%);

– Construção: +8.665 empregos (+0,35%).

Embora o Brasil tenha registrado mais de 166 mil novos empregos com carteira assinada em junho de 2025, o ritmo de geração de vagas desacelerou em comparação com o mesmo período do ano passado. A evolução do emprego formal segue como indicador relevante para a política econômica, especialmente no contexto de inflação elevada e manutenção da taxa básica de juros.

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