*Sêmia Mauad/ Opinião
Servidores do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Cuiabá aderiram, na tarde da última quarta-feira, dia 14 de maio, ao movimento de greve nacional da categoria, deflagrado na última sexta-feira, 09 de maio.
Entre as principais reivindicações da categoria está a criação de um plano de carreira específico para os servidores do Iphan. Os servidores também cobram o aumento do quadro de funcionários efetivos, com a realização de concursos públicos, especialmente para cargos como o de arquiteto, e a melhoria geral das condições de trabalho.
Os grevistas se reuniram em frente à sede do Instituto, localizada no Centro Histórico da capital mato-grossense.
O local, se encontra em estado de abandono e teve partes de sua estrutura desabadas recentemente.
A paralisação dos servidores do Iphan integra um movimento mais amplo que atinge diversas instituições vinculadas ao Ministério da Cultura (MinC). Além do Iphan, servidores da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), da Fundação Cultural Palmares (FCP), da Fundação Nacional de Artes (Funarte) e do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) também aderiram à greve em diferentes cidades do país.

