Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: TCU inocenta Rui Costa em compra de respiradores não entregues durante pandemia
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Após vexame na Copa, Seleção Brasileira sobe no ranking da Fifa
Ciclosporíase: conheça a diarreia explosiva que assola os americanos
Bebê dado como morto é encontrado vivo em saco funerário
Flávio Bolsonaro é oficializado pelo PL como candidato à Presidência
Governo Lula nega entrada de emissários dos EUA que viriam fiscalizar urnas

25 de julho de 2026 21:05

OpiniãoMT > Blog > Brasília > TCU inocenta Rui Costa em compra de respiradores não entregues durante pandemia
Brasília

TCU inocenta Rui Costa em compra de respiradores não entregues durante pandemia

O Tribunal de Contas da União livrou Rui Costa de culpa na compra de respiradores durante a pandemia. A empresa Hempcare será responsabilizada.

Redação OPMT
Publicado em: 25 de abril de 2025
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
45 - TCU inocenta Rui Costa em compra de respiradores não entregues durante pandemia
O TCU determinou a instauração de uma tomada de contas especial contra a Hempcare. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

O Tribunal de Contas da União (TCU) isentou o ministro da Casa Civil, Rui Costa, de responsabilidade na controversa compra de respiradores pulmonares realizada em 2020, no auge da pandemia de Covid-19. O caso, que envolve o Consórcio Nordeste e a empresa Hempcare, também é alvo de investigação pela Polícia Federal.

TCU inocenta Rui Costa em caso de compra frustrada de respiradores

A decisão do TCU isenta o atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, de qualquer responsabilidade no processo de aquisição de 300 ventiladores pulmonares, que somaram R$ 48,7 milhões em recursos públicos. Os equipamentos, adquiridos durante o avanço descontrolado do coronavírus no Brasil, nunca foram entregues.

À época da compra, Rui Costa ocupava o cargo de governador da Bahia e também presidia o Consórcio Nordeste, entidade que reuniu os estados da região para coordenar ações emergenciais contra a pandemia. A aquisição dos ventiladores foi feita pela empresa Hempcare, que recebeu o pagamento de forma antecipada, mas não cumpriu o contrato firmado com o consórcio.

Em sua decisão, o TCU determinou a instauração de uma tomada de contas especial contra a Hempcare, com o objetivo de recuperar os prejuízos causados ao erário. O relator do processo, ministro Jorge Oliveira, destacou em seu parecer que a empresa recebeu os recursos sem que houvesse as devidas precauções por parte da administração pública, expondo os cofres públicos ao risco de inadimplência.

O relator também chamou atenção para o fato de que a Hempcare tinha como foco a comercialização de produtos à base de cannabis medicinal, não possuindo experiência comprovada na venda de equipamentos hospitalares como os ventiladores pulmonares.

Divergência de votos e o contexto da pandemia

Apesar do voto crítico de Jorge Oliveira, a maioria dos ministros do TCU seguiu o entendimento do ministro Bruno Dantas, que propôs uma análise mais contextualizada dos fatos. Para Dantas, embora o caso envolva graves falhas, é necessário considerar o cenário emergencial e caótico vivenciado pelos gestores públicos durante os primeiros dias da pandemia.

Segundo Dantas, entre os dias 26 de março e 8 de abril de 2020, quando os principais atos ocorreram, havia enorme pressão por respostas rápidas diante do colapso iminente do sistema de saúde. Ele argumentou que não seria justo penalizar gestores como Rui Costa por medidas adotadas sob extrema urgência e incerteza, já que a pandemia apresentava uma ameaça sem precedentes.

Em seu voto, o ministro Bruno Dantas defendeu que, naquele contexto, havia inexigibilidade de conduta diversa por parte dos gestores, ou seja, seria compreensível que tenham adotado decisões que hoje parecem arriscadas, mas que, naquele momento, eram vistas como necessárias para proteger vidas.

A posição de Dantas foi acompanhada pelos ministros Walton Alencar, Benjamin Zymler, Aroldo Cedraz e Antonio Anastasia, formando maioria de cinco votos a dois, resultando no arquivamento do processo contra Rui Costa e Carlos Eduardo Gabas, então secretário-executivo do Consórcio Nordeste.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

CCJ da Câmara aprova projeto que institui a contagem pública de votos em 2026
Brasília

CCJ da Câmara aprova projeto que institui a contagem pública de votos em 2026

11 de dezembro de 2024
PEC das Praias - o que é, por que está causando tanta polêmica
Brasília

PEC das Praias: o que é, por que está causando tanta polêmica?

5 de junho de 2024
Moraes rejeita decisão do Congresso e determina a volta imediata do IOF
Brasília

Moraes rejeita decisão do Congresso e determina a volta imediata do IOF

17 de julho de 2025
STJ contraria bancos e cria novas regras para consignado do INSS
Brasília

STJ contraria bancos e cria novas regras para consignado do INSS

10 de junho de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?