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Leia: Secretário de Infraestrutura e Logística rebate deputado petista e esclarece valores pagos na obra do BRT
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OpiniãoMT > Blog > Política > Secretário de Infraestrutura e Logística rebate deputado petista e esclarece valores pagos na obra do BRT
Política

Secretário de Infraestrutura e Logística rebate deputado petista e esclarece valores pagos na obra do BRT

última atualização: 28 de fevereiro de 2025 07:48
Jornalista Mauad
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2 Minutos de Leitura
Foto: HNT/ JL Siqueira/ALMT
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O secretário de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Marcelo de Oliveira, rebateu as declarações do deputado estadual Lúdio Cabral (PT) sobre os repasses ao Consórcio BRT. Segundo o secretário, o parlamentar demonstra desconhecimento sobre a gestão pública ao confundir valores empenhados com valores efetivamente pagos.

Lúdio afirmou que o Estado já teria repassado R$ 153 milhões ao Consórcio BRT, o que corresponderia a 33% do contrato, enquanto apenas 18% das obras teriam sido executadas.

Foto: Assessoria

No entanto, Marcelo de Oliveira esclareceu que esse montante representa os valores que foram empenhados no contrato, ou seja, reservados para o pagamento, e não o que foi de fato quitado pelo governo.

“O deputado falta com a verdade e confunde a população ao afirmar que os valores empenhados foram pagos ao Consórcio. O que a Sinfra pagou pelo BRT até o momento é justamente 18,61% do valor inicial do contrato”, afirmou Marcelo.

Segundo o secretário, a consulta ao Fiplan mostra que o Estado empenhou R$ 152,9 milhões. No entanto, o valor efetivamente pago foi R$ 116 milhões. Desse total R$ 87 milhões referentes ao preço inicial do contrato (18.61%) e R$ 28,7 milhões correspondem a reajustes inflacionários, seguindo a tabela do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte.

“É preciso ter responsabilidade ao tratar de recursos públicos. A divulgação de informações equivocadas só atrapalha o debate e induz a população ao erro. O governo tem compromisso com a transparência e o bom uso dos recursos públicos. Não há nenhum pagamento indevido ou além do que foi efetivamente executado. Isso também é uma prova inequívoca de que o Governo tem os recursos necessários para executar a obra”, completou o secretário.

*Assessoria

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