Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 09:59

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro
Governo Lula

Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro

A Dívida Pública Federal alcançou R$ 7,204 trilhões em novembro, influenciada por juros altos e emissões de títulos. Confira detalhes do desempenho.

última atualização: 27 de dezembro de 2024 09:37
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro
Compartilhar

A Dívida Pública Federal (DPF) registrou crescimento significativo em novembro, atingindo R$ 7,204 trilhões, um aumento de 1,85% em relação a outubro, quando estava em R$ 7,073 trilhões. Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (26). Apesar da alta, o valor permanece dentro das projeções do Plano Anual de Financiamento (PAF), que prevê um intervalo entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões para o fechamento de 2024.

Dívida Pública Federal cresce em novembro

A Dívida Pública Mobiliária Interna (DPMFi), composta por títulos emitidos no mercado doméstico, subiu 1,71% no período, passando de R$ 6,748 trilhões em outubro para R$ 6,863 trilhões em novembro. Esse aumento foi impulsionado pela emissão líquida de R$ 56,88 bilhões e pela apropriação de juros no valor de R$ 58,75 bilhões, resultado direto da taxa Selic, que atualmente está em 12,25% ao ano. Essa taxa eleva o custo de financiamento, refletindo no crescimento do estoque da dívida.

No mercado internacional, a “Dívida Pública Federal externa (DPFe)” também apresentou elevação, subindo 4,78% e alcançando R$ 340,76 bilhões, frente aos R$ 325,22 bilhões de outubro. Esse aumento foi puxado principalmente pela valorização do dólar, que registrou alta de 4,77% no mês. A influência cambial tem impacto direto no montante da dívida externa, que é denominada em moeda estrangeira.

“Colchão da dívida reforçado”

Pelo segundo mês consecutivo, o colchão de liquidez da dívida pública, uma reserva financeira estratégica para momentos de instabilidade, apresentou crescimento. Em novembro, a reserva passou de R$ 822 bilhões para R$ 856 bilhões, suficiente para cobrir cerca de 7,25 meses de vencimentos. Nos próximos 12 meses, vencimentos no valor de aproximadamente R$ 1,29 trilhão estão previstos.

“Composição dos títulos da dívida pública”

Os títulos corrigidos pela Selic continuam ganhando destaque, representando 46,13% da Dívida Pública Federal, contra 45,91% no mês anterior. A alta demanda por esses papéis reflete a atratividade proporcionada pela elevada taxa básica de juros. 

Por outro lado, a proporção de títulos prefixados permaneceu estável, caindo levemente de 22,19% para 22,14%. Já os títulos vinculados à inflação tiveram uma redução na participação, passando de 27,31% para 27,01%. Apesar das variações, todos os indicadores permanecem dentro das metas revisadas pelo PAF.

“Prazo médio e perfil dos detentores da dívida”

O prazo médio da Dívida Pública Federal apresentou leve queda, reduzindo de 4,16 para 4,12 anos. Esse indicador reflete a confiança dos investidores na capacidade do governo de refinanciar sua dívida a longo prazo. 

As instituições financeiras seguem como os principais detentores da dívida interna, com 28,4% do estoque, seguidas pelos fundos de pensão (23,7%) e fundos de investimento (22,1%). A participação de investidores estrangeiros cresceu de 10,7% para 11,2%, alcançando o maior patamar desde 2018.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Lula sobre bater em mulher - Se o cara é corintiano que nem eu, tudo bem
Governo Lula

Lula sobre bater em mulher: “Se o cara é corintiano que nem eu, tudo bem”

17 de julho de 2024
Com um rombo de 23 Bi, Correios aprovam demissão voluntária e fechamento de agências
Governo Lula

Com um rombo de 23 Bi, Correios aprovam demissão voluntária e fechamento de agências

21 de novembro de 2025
Trump mantém altas tarifas para 63% dos produtos brasileiros
Governo Lula

Trump mantém altas tarifas para 63% dos produtos brasileiros

21 de novembro de 2025
Governo estuda legislação para neutralizar sanções da Lei Magnitsky
Governo Lula

Governo estuda legislação para neutralizar sanções da Lei Magnitsky

15 de setembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?