Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Você sabia que o mosquito da dengue também pode adoecer e matar pets?
Cortes do orçamento pode fechar quartéis pelo país, alerta Defesa
União Europeia confirma veto à carne brasileira a partir de setembro
Elon Musk prestes a se tornar o primeiro trilionário da era moderna
Sobe para 6 o número de mortos em tragédia na MT-358; VEJA VÍDEO

8 de junho de 2026 07:03

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro
Governo Lula

Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro

A Dívida Pública Federal alcançou R$ 7,204 trilhões em novembro, influenciada por juros altos e emissões de títulos. Confira detalhes do desempenho.

última atualização: 27 de dezembro de 2024 09:37
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Dívida Pública Federal supera R$ 7,2 trilhões em novembro
Compartilhar

A Dívida Pública Federal (DPF) registrou crescimento significativo em novembro, atingindo R$ 7,204 trilhões, um aumento de 1,85% em relação a outubro, quando estava em R$ 7,073 trilhões. Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (26). Apesar da alta, o valor permanece dentro das projeções do Plano Anual de Financiamento (PAF), que prevê um intervalo entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões para o fechamento de 2024.

Dívida Pública Federal cresce em novembro

A Dívida Pública Mobiliária Interna (DPMFi), composta por títulos emitidos no mercado doméstico, subiu 1,71% no período, passando de R$ 6,748 trilhões em outubro para R$ 6,863 trilhões em novembro. Esse aumento foi impulsionado pela emissão líquida de R$ 56,88 bilhões e pela apropriação de juros no valor de R$ 58,75 bilhões, resultado direto da taxa Selic, que atualmente está em 12,25% ao ano. Essa taxa eleva o custo de financiamento, refletindo no crescimento do estoque da dívida.

No mercado internacional, a “Dívida Pública Federal externa (DPFe)” também apresentou elevação, subindo 4,78% e alcançando R$ 340,76 bilhões, frente aos R$ 325,22 bilhões de outubro. Esse aumento foi puxado principalmente pela valorização do dólar, que registrou alta de 4,77% no mês. A influência cambial tem impacto direto no montante da dívida externa, que é denominada em moeda estrangeira.

“Colchão da dívida reforçado”

Pelo segundo mês consecutivo, o colchão de liquidez da dívida pública, uma reserva financeira estratégica para momentos de instabilidade, apresentou crescimento. Em novembro, a reserva passou de R$ 822 bilhões para R$ 856 bilhões, suficiente para cobrir cerca de 7,25 meses de vencimentos. Nos próximos 12 meses, vencimentos no valor de aproximadamente R$ 1,29 trilhão estão previstos.

“Composição dos títulos da dívida pública”

Os títulos corrigidos pela Selic continuam ganhando destaque, representando 46,13% da Dívida Pública Federal, contra 45,91% no mês anterior. A alta demanda por esses papéis reflete a atratividade proporcionada pela elevada taxa básica de juros. 

Por outro lado, a proporção de títulos prefixados permaneceu estável, caindo levemente de 22,19% para 22,14%. Já os títulos vinculados à inflação tiveram uma redução na participação, passando de 27,31% para 27,01%. Apesar das variações, todos os indicadores permanecem dentro das metas revisadas pelo PAF.

“Prazo médio e perfil dos detentores da dívida”

O prazo médio da Dívida Pública Federal apresentou leve queda, reduzindo de 4,16 para 4,12 anos. Esse indicador reflete a confiança dos investidores na capacidade do governo de refinanciar sua dívida a longo prazo. 

As instituições financeiras seguem como os principais detentores da dívida interna, com 28,4% do estoque, seguidas pelos fundos de pensão (23,7%) e fundos de investimento (22,1%). A participação de investidores estrangeiros cresceu de 10,7% para 11,2%, alcançando o maior patamar desde 2018.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Telebrás confessa 'pedalada fiscal' e prevê rombo de R$ 184 milhões
Governo Lula

Telebrás confessa ‘pedalada fiscal’ e prevê rombo de R$ 184 milhões

4 de novembro de 2024
Inflação de março atinge 0,56% e tem maior alta para o mês desde 2003, aponta IBGE
Governo Lula

Inflação de março atinge 0,56% e tem maior alta para o mês desde 2003, aponta IBGE

12 de abril de 2025
Agora, chineses podem entrar no Brasil sem a necessidade de visto
Governo Lula

Agora, chineses podem entrar no Brasil sem a necessidade de visto

11 de maio de 2026
Governo Federal fará pente-fino no INSS e preocupa aposentados e pensionistas
Governo Lula

Governo Federal fará pente-fino no INSS e preocupa aposentados e pensionistas

13 de maio de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?