Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Vereadores de VG teriam realizado compra de votos; a oferta seria de água e combustível aos eleitores
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO
Golpes de capacete em briga de bar levam à morte de homem e indiciamento de mulher em Mato Grosso
Jovem de 20 anos morre atropelado por carreta após queda de moto em Várzea Grande
Carro capota e para sobre calçada na Avenida Prainha na manhã desta sexta; VEJA VÍDEO
TJ-MT forma maioria para demitir juíza acusada de usar “despachos balão” para simular produtividade

24 de abril de 2026 10:52

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Polícia > Vereadores de VG teriam realizado compra de votos; a oferta seria de água e combustível aos eleitores
PolíciaPolítica

Vereadores de VG teriam realizado compra de votos; a oferta seria de água e combustível aos eleitores

última atualização: 11 de março de 2025 10:15
Jornalista Mauad
Compartilhar
1 Minutos de Leitura
Foto: Folhamax
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira, dia 11 de março, pela Polícia Federal, a Operação Escambo Eleitoral, com foco no combate a prática de crime de compra de votos. Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na Câmara de Várzea Grande, nos gabinetes de dois vereadores, Adilsinho (Republicanos) e Feitoza (PSB).

A polícia ainda fez buscas em um condomínio de luxo, localizado nas proximidades da MT-010, na Estada da Guia, na capital.

A investigação da Polícia Federal apontou que os parlamentares foram beneficiados com a compra de votos. Segundo a Polícia Federal, os vereadores teriam feito promessas aos eleitores com pagamento em dinheiro e em fornecimento de água e até mesmo combustível.

O objetivo da ação policial realizada na manhã desta terça-feira, dia 11 de março, é buscar provas que possam ajudar a concluir a investigação. Se os vereadores forem declarados culpados pelo suposto crime de compra de votos, eles podem perder o mandato, além de responder na justiça por captação ilícita de sufrágio e associação criminosa. A pena pode chegar a sete anos de reclusão.

 

 

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), a terceira fase da Operação Coffee Break, que tem como um dos alvos a ex-nora de Lula. A investigação apura suspeitas de pagamento de vantagens indevidas ligadas a contratos públicos na área da Educação, envolvendo prefeituras do interior de São Paulo e repasses federais. Nova fase da operação e foco nas investigações Nesta etapa, a Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão na capital paulista, além de medidas de bloqueio e restrição patrimonial. A ofensiva busca aprofundar apurações sobre um suposto esquema de corrupção relacionado a processos licitatórios para fornecimento de materiais didáticos. Segundo a PF, as irregularidades investigadas estariam em funcionamento desde pelo menos o ano de 2021. O inquérito aponta que recursos públicos destinados à Educação teriam sido desviados por meio de direcionamento de contratos e superfaturamento. A corporação sustenta que o esquema envolvia diferentes municípios e utilizava empresas contratadas para executar os desvios. Estrutura do esquema investigado pela PF De acordo com relatório parcial da Polícia Federal, o esquema seria operado por uma organização criminosa estruturada, formada por agentes públicos, empresários, intermediários e operadores financeiros. O grupo teria atuado de forma coordenada para manipular licitações e contratos administrativos em diversas prefeituras. As informações iniciais sobre a operação foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo. Entre os crimes apurados estão corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e organização criminosa. Ex-nora de Lula e suspeita de atuação em Brasília As investigações apontam que a ex-nora de Lula, Carla Ariane Trindade, ex-mulher de Marcos Cláudio Lula da Silva, teria recebido valores do empresário André Gonçalves Mariano, apontado como figura central do esquema. Mariano é proprietário da empresa Life Tecnologia Educacional, que firmou contratos milionários com prefeituras paulistas. Segundo a PF, Carla Ariane teria sido contratada para atuar como intermediária junto a órgãos federais. Em documentos apreendidos, seu nome aparece identificado pelo apelido “Nora”, em referência ao vínculo familiar anterior com o presidente da República. Os investigadores analisam indícios de que ela teria atuado em Brasília para facilitar a liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Desdobramentos de fases anteriores da operação Na etapa anterior da Operação Coffee Break, realizada em novembro, seis pessoas foram presas por suspeita de fraudes em licitações nos municípios de Sumaré e Hortolândia. Entre os detidos estava o então vice-prefeito de Hortolândia, Cafu César (PSB). A empresa Life Tecnologia Educacional teria recebido cerca de R$ 70 milhões para fornecimento de kits e livros escolares a três administrações municipais. A PF também apura a participação de outros investigados com vínculos empresariais e políticos, incluindo nomes já citados em investigações anteriores.
Polícia

PF deflagra nova fase da Operação Coffee Break que investiga ex-nora de Lula

15 de janeiro de 2026
Polícia

Líder de facção responsável por setor financeiro é preso no Rio de Janeiro em operação da Polícia Civil de Mato Grosso

15 de janeiro de 2026
Polícia

Corpo de mulher é encontrado amarrado em lixão de Sinop; polícia investiga se vítima é jovem desaparecida

16 de janeiro de 2026
Polícia

Motorista de aplicativo desaparecido é encontrado morto em área de mata

7 de novembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?