*Sêmia Mauad/ Opinião MT
Suplente de vereador e apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, Vinícius Santana, foi vítima de um espancamento no último sábado, dia 17 de outubro, em Rondonópolis (MT). O caso veio à tona após denúncia formalizada pelo suplente, que relatou a participação de aproximadamente 20 pessoas nas agressões durante a reta final da campanha presidencial.
De acordo com o registro oficial da ocorrência policial, Santana foi cercado e sofreu diversos ataques, incluindo chutes na cabeça. Após conseguir escapar das agressões, a vítima registrou um boletim de ocorrência para que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados pelas lesões.
O episódio de violência física na reta final da disputa eleitoral acende um alerta sobre a polarização na região sul do estado. O caso ocorre pouco mais de uma semana após outro registro de hostilidade política em Rondonópolis.
No dia 8 de outubro, a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) foi palco de um ato de intimidação contra um homem dentro do campus. O incidente ocorreu durante uma mobilização pró-Lula convocada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) sob o lema “Estudantes com Lula — pelo futuro do Brasil”.
A administração da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) emitiu uma nota oficial repudiando veementemente qualquer tipo de agressão, ameaças e intimidações. Na manifestação, a instituição informou que eventuais infrações cometidas serão devidamente apuradas pelas instâncias competentes, sempre com a garantia do contraditório e da ampla defesa aos envolvidos.
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