Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF é preso no Paraguai tentando fugir do Brasil
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

21 de outubro de 2026 21:53

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Brasil > Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF é preso no Paraguai tentando fugir do Brasil
Brasil

Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF é preso no Paraguai tentando fugir do Brasil

Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, foi preso no Paraguai após romper tornozeleira e tentar deixar o país com documento falso.

Redação OPMT
Publicado em: 26 de dezembro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF é preso no Paraguai tentando fugir do Brasil
Silvinei Vasques é preso no Paraguai ao tentar embarcar para El Salvador, segundo autoridades. Imagens: Redes Sociais.
Compartilhar

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso nesta sexta-feira, 26, no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, capital do Paraguai. A prisão ocorreu no momento em que ele tentava embarcar em um voo internacional, segundo informações confirmadas por autoridades brasileiras e paraguaias.

Prisão de Silvinei Vasques em aeroporto paraguaio

De acordo com um agente da Polícia Federal que acompanha o caso, Silvinei Vasques pretendia seguir viagem com destino a El Salvador. A abordagem ocorreu após alertas emitidos pelas autoridades brasileiras a países que fazem fronteira com o Brasil, em razão do rompimento da tornozeleira eletrônica que o ex-dirigente utilizava por determinação judicial.

As investigações apontam que Vasques estava em Santa Catarina quando rompeu o dispositivo de monitoramento eletrônico. Após o rompimento, comunicados foram encaminhados a países vizinhos, como Paraguai, Argentina e Colômbia, para auxiliar na localização do ex-diretor da PRF. No Paraguai, ele teria apresentado documentação falsa ao tentar embarcar, o que motivou a ação das forças de segurança locais, em cooperação com a Polícia Federal do Brasil.

Condenação no STF e acusações envolvendo eleições

Há cerca de dez dias, a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou integrantes do chamado “núcleo 2” de uma suposta tentativa de ruptura institucional ocorrida após as eleições de 2022. Silvinei Vasques foi um dos condenados, recebendo pena de 24 anos e seis meses de prisão.

Atuação da PRF no segundo turno de 2022

Segundo o entendimento do STF, Vasques utilizou a estrutura da PRF para dificultar o deslocamento de eleitores no Nordeste durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022, especialmente eleitores do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão aponta que operações e fiscalizações teriam sido usadas de forma direcionada.

Na época dos fatos, entretanto, o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, declarou que as blitze não impediram o exercício do voto. Segundo ele, houve atrasos pontuais, mas nenhum ônibus deixou de chegar às zonas eleitorais, garantindo a votação dos eleitores.

Outras condenações e histórico judicial

Além da condenação no Supremo, Silvinei Vasques já havia sido responsabilizado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro por uso político da estrutura da PRF durante a campanha eleitoral de 2022. A ação, movida pelo Ministério Público Federal, concluiu que ele utilizou símbolos, recursos e a visibilidade institucional da corporação para favorecer a candidatura à reeleição do então presidente Jair Bolsonaro.

Como resultado, Vasques foi condenado ao pagamento de multa superior a R$ 500 mil, além de outras sanções de natureza cível. Em 2023, ele chegou a ser preso preventivamente, mas obteve liberdade posteriormente mediante o cumprimento de medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Governo Lula se nega a custear traslado do corpo de brasileira morta na Indonésia
Brasil

Governo Lula se nega a custear traslado do corpo de brasileira morta na Indonésia

25 de junho de 2025
‘Ou cumpre a lei ou vai ter de ser tomada outra atitude’, diz Lula sobre Musk
Brasil

‘Ou cumpre a lei ou vai ter de ser tomada outra atitude’, diz Lula sobre Musk

30 de agosto de 2024
Moraes manda PF colocar tornozeleira em vigilante por vazar dados no STF
Brasil

Moraes manda PF colocar tornozeleira em vigilante por vazar dados no STF

25 de fevereiro de 2026
Brasil bate recorde em número de estupros e feminicídios em 2024
Brasil

Brasil bate recorde em número de estupros e feminicídios em 2024

11 de junho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?