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Leia: Sessão do Congresso derruba vetos de Lula ao PL da Dosimetria
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Sessão do Congresso derruba vetos de Lula ao PL da Dosimetria

1 de maio de 2026 05:14

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > Sessão do Congresso derruba vetos de Lula ao PL da Dosimetria
Brasília

Sessão do Congresso derruba vetos de Lula ao PL da Dosimetria

Congresso derruba vetos ao PL da Dosimetria, reacendendo debate sobre penas do 8 de janeiro e impactos no sistema penal brasileiro.

última atualização: 30 de abril de 2026 15:49
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Congresso dá 10 dias para Haddad revogar IOF e ameaça derrubar decreto
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O Congresso Nacional decidiu derrubar os vetos presidenciais ao PL da Dosimetria, em uma votação expressiva que amplia o desgaste político do governo federal. A proposta trata da revisão de penas aplicadas a crimes previstos no Código Penal relacionados a ataques ao Estado Democrático de Direito, incluindo casos ligados aos atos de 8 de janeiro.

Votação expressiva no Congresso

A análise dos vetos mobilizou deputados e senadores em uma sessão marcada por forte articulação política. Ao todo, 367 parlamentares votaram pela derrubada dos vetos, enquanto 168 foram favoráveis à manutenção e cinco optaram pela abstenção.

Na Câmara dos Deputados, foram registrados 318 votos pela rejeição dos vetos e 144 pela manutenção. Já no Senado, 49 parlamentares votaram contra a decisão presidencial, enquanto 24 apoiaram o governo.

A movimentação já era esperada nos bastidores. Nos dias que antecederam a votação, integrantes da oposição indicavam que havia votos suficientes para reverter a decisão do Executivo, com ampla adesão nas duas Casas legislativas.

Governo havia vetado integralmente o projeto

O projeto havia sido vetado integralmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um evento oficial no Palácio do Planalto, realizado em 8 de janeiro. Na ocasião, o chefe do Executivo destacou a atuação do Judiciário e afirmou que as condenações relacionadas aos atos daquele dia foram baseadas em provas consistentes.

A decisão do veto foi interpretada como uma tentativa de manter a linha adotada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em relação às penas impostas aos envolvidos nos episódios.

Ajustes durante a sessão evitam impacto em crimes graves

Durante a sessão que analisou o tema, parlamentares da base governista alertaram para possíveis efeitos colaterais da derrubada total dos vetos. Segundo esses argumentos, a medida poderia beneficiar condenados por crimes graves, incluindo integrantes de organizações criminosas.

Diante disso, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, anunciou a retirada de trechos específicos da votação. A decisão teve como base a existência de incompatibilidade entre o texto do PL da Dosimetria e normas mais recentes aprovadas pelo próprio Legislativo, como a chamada Lei Antifacção.

Os dispositivos excluídos tratavam da progressão de regime em situações que já haviam sido modificadas por legislação posterior, especialmente em casos envolvendo liderança de facções criminosas.

Preocupação com retrocessos no combate ao crime

Segundo Alcolumbre, a manutenção desses trechos poderia gerar efeitos indesejados no sistema penal. Ele destacou que a revogação indireta de regras mais rígidas poderia enfraquecer medidas recentes voltadas ao enfrentamento do crime organizado e de crimes como o feminicídio.

A exclusão dessas partes foi apresentada como uma forma de evitar contradições legais e preservar avanços já consolidados na legislação penal.

PL da Dosimetria e impactos nas penas do 8 de janeiro

O PL da Dosimetria ganhou destaque por seu potencial impacto nas condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro. O texto propõe ajustes nos critérios de cálculo das penas, o que pode resultar em redução das punições aplicadas.

Até o momento, mais de 800 pessoas já foram condenadas pelo STF por crimes como tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito. Em alguns casos, as penas chegaram a até 17 anos de prisão para participantes das manifestações.

Já em relação a agentes políticos, as condenações ultrapassaram 20 anos. O ex-presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, foi condenado a 27 anos de prisão no âmbito dessas investigações.

Contexto político amplia impacto da votação

A derrubada dos vetos ocorre em um cenário de desgaste recente do governo no Congresso Nacional. A decisão vem logo após um episódio considerado inédito na política brasileira: a rejeição de um indicado ao Supremo Tribunal Federal.

O nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, não alcançou o número mínimo de votos necessários no Senado, mesmo após articulações intensas junto aos parlamentares. O resultado representou a primeira vez, desde 1894, que uma indicação ao STF foi rejeitada.

Esse conjunto de acontecimentos reforça a dificuldade do Executivo em consolidar apoio consistente no Legislativo, especialmente em pautas sensíveis.

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