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7 de março de 2026 06:30

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Prerrogativas move ação contra Nikolas Ferreira por vídeo sobre fiscalização do Pix
Brasil

Prerrogativas move ação contra Nikolas Ferreira por vídeo sobre fiscalização do Pix

Grupo Prerrogativas reage a vídeo de Nikolas Ferreira sobre o Pix e aciona MPF e Câmara; medida causou revogação de norma pela Receita Federal.

última atualização: 17 de janeiro de 2025 13:23
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Prerrogativas move ação contra Nikolas Ferreira por vídeo sobre fiscalização do Pix
No vídeo publicado no Instagram, que alcançou mais de 240 milhões de visualizações, Imagem: Redes Sociais.
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O grupo de advogados Prerrogativas anunciou uma série de ações contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), após a publicação de um vídeo em que o parlamentar critica a fiscalização do Pix. A movimentação inclui denúncias ao Ministério Público Federal (MPF), ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados e a articulação de um pedido de cassação de mandato. 

Ação judicial e articulação política 

O Prerrogativas, grupo conhecido por defender a ordem jurídica e os direitos democráticos, considera o vídeo de Nikolas Ferreira prejudicial à fiscalização tributária e pretende tomar medidas pedagógicas contra o parlamentar. A organização já formalizou uma denúncia no MPF e no Conselho de Ética, além de discutir com a bancada do PT um pedido de cassação de mandato.  

Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas, classificou a conduta de Ferreira como “extremamente grave” e destacou a necessidade de ações para preservar a confiança dos eleitores. “Ele não está à altura da confiança depositada por milhares de brasileiros nas últimas eleições”, afirmou.  

O vídeo que gerou a controvérsia

No vídeo publicado no Instagram, que alcançou mais de 240 milhões de visualizações, Nikolas Ferreira sugeriu que comerciantes deixassem de aceitar Pix e cartões de crédito, afirmando que o governo estaria focado apenas em arrecadação. Ele também levantou dúvidas sobre a possibilidade de tributação futura do Pix, comparando a situação a outras promessas governamentais que não foram cumpridas.  

“Não, o Pix não será taxado. Mas a comprinha da China não seria taxada, foi. Não ia ter sigilo, mas teve. Você ia ser isento do Imposto de Renda, não vai mais. Ia ter picanha, não teve. O Pix não será taxado, mas não duvido que possa ser”, declarou o deputado, gerando repercussões negativas.  

Receita Federal reagiu à repercussão 

Em resposta ao impacto do vídeo e à disseminação de informações sobre uma possível taxação do Pix, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciou a revogação da instrução normativa que previa monitoramento de transações acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para empresas. Segundo Barreirinhas, a norma foi mal interpretada e usada para causar pânico na população.  

“Pessoas inescrupulosas distorceram e manipularam um ato normativo da Receita, prejudicando muita gente no Brasil, principalmente a população mais humilde”, disse. A revogação, de acordo com o secretário, visou evitar danos contínuos e desarmar o uso político da norma.  

Governistas avaliam medidas para censurar as redes sociais

Dentro do governo, o episódio foi tratado como uma demonstração do impacto negativo das fake news. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sinalizou que medidas criminais podem ser adotadas contra os responsáveis pela propagação das informações equivocadas sobre a fiscalização do Pix.  

O governo argumenta que a norma visava apenas aprimorar o gerenciamento de riscos na administração tributária, sem qualquer aumento de tributação. A retirada da instrução foi interpretada como necessária para evitar prejuízos políticos e garantir o andamento de futuras discussões sobre regulamentações tributárias.  

Nikolas Ferreira comemorou a revogação da norma em suas redes sociais, creditando o recuo à repercussão de seu vídeo. “Estou feliz de ter ajudado 220 milhões de brasileiros com um vídeo que ultrapassa 220 milhões de visualizações”, declarou.  

O deputado também rebateu as críticas do grupo Prerrogativas, dizendo que os advogados “estão sem o que fazer”. A declaração gerou novas reações, com o grupo reforçando a gravidade do ocorrido e a necessidade de medidas para responsabilizar o parlamentar.

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