Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Por unanimidade, STF decide que Forças Armadas não são mais o Poder Moderador
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Câmara aprova projeto que endurece punições para descarte irregular de lixo
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO

23 de abril de 2026 23:03

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > Por unanimidade, STF decide que Forças Armadas não são mais o Poder Moderador
Brasília

Por unanimidade, STF decide que Forças Armadas não são mais o Poder Moderador

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que as Forças Armadas não podem intervir sobre os Três Poderes da República.

última atualização: 8 de abril de 2024 10:52
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Por unanimidade, STF decide que Forças Armadas não são mais o Poder Moderador
André Mendonça e Kassio Nunes Marques, indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro garantiram a uninimidade dos votos. Imagem: Reprodução.
Compartilhar

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que as Forças Armadas não podem intervir sobre os Três Poderes da República. A decisão coloca as Forças Armadas como mera coadjuvante, o que desgasta ainda mais a imagem do Exército, Marinha e Aeronáutica perante a sociedade.

Curiosamente, a decisão está alinhada com a opinião do presidente Lula que em entrevista coletiva em 2021 declarou: “Quando eu ganhar, vou conversar porque, aí, vou ser chefe deles e vou dizer o que penso e qual é o papel deles”.

A Unanimidade no STF

A unanimidade entre os ministros do STF, incluindo André Mendonça e Kassio Nunes Marques, indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, sublinha uma frente comum na interpretação da Constituição. 

O relator, ministro Luiz Fux, destacou em seu voto a ausência de previsão constitucional para uma intervenção militar como mecanismo de solução de conflitos entre os poderes da República. Segundo Fux, a Constituição brasileira fundamenta-se em pilares democráticos irrevogáveis, não permitindo qualquer forma de desvio autoritário sob a justificativa de resolução de impasses institucionais.

A Interpretação do STF sobre o Artigo 142

Central à discussão foi a interpretação do artigo 142 da Constituição, frequentemente citado em debates sobre o papel das Forças Armadas no Brasil. Este artigo define as Forças Armadas como instituições nacionais sob a autoridade do Presidente da República, destinadas à defesa da pátria e à garantia dos poderes constitucionais. 

A análise do STF concluiu que a “garantia dos poderes constitucionais” refere-se à proteção do equilíbrio e independência entre os Três Poderes, não autorizando as Forças Armadas a favorecer um poder em detrimento dos outros.

Segundo o relator, essa interpretação assegura que a atuação das Forças Armadas deve estar alinhada com a defesa das instituições democráticas, afastando-se de qualquer envolvimento em disputas políticas internas ou tentativas de golpe.

Embora o voto de Luiz Fux tenha sido seguido por unanimidade, alguns ministros, como Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes, fizeram ressalvas. Estas não divergiram do entendimento principal, mas apontaram para a complexidade do tema e a necessidade de uma vigilância constante sobre a interpretação das normas constitucionais, evitando deturpações que possam ameaçar a estabilidade democrática.

Neste julgamento emblemático, ficou claro que qualquer tentativa de interpretação das leis que ameace o equilíbrio entre os poderes será rigorosamente vetada. A firme posição do STF serve como um lembrete da importância da separação dos poderes, mas também como um recado às Forças Armadas sobre quem de fato manda neste país.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

PGR rejeita pedido da defesa de Bolsonaro para afastar Dino e Zanin de julgamento
Brasília

PGR rejeita pedido da defesa de Bolsonaro para afastar Dino e Zanin de julgamento

15 de março de 2025
Câmara dos Deputados vota título de Cidadão Honorário do Brasil para Bruno Mars
Brasília

Câmara dos Deputados vota título de Cidadão Honorário do Brasil para Bruno Mars

28 de outubro de 2024
Após encontro, Moraes libera contato de Valdemar com Bolsonaro
Brasília

Após encontro, Moraes libera contato de Valdemar com Bolsonaro

11 de março de 2025
STF absolve morador de rua preso dos atos de 8 de janeiro
Brasília

STF absolve morador de rua preso nos atos de 8 de janeiro

16 de março de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?