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Leia: Por 8 a 2, vereador Gilson da Agricultura é cassado em Pedra Preta após chamar prefeita de “cachorra viciada”
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23 de abril de 2026 14:46

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OpiniãoMT > Blog > Política > Por 8 a 2, vereador Gilson da Agricultura é cassado em Pedra Preta após chamar prefeita de “cachorra viciada”
Política

Por 8 a 2, vereador Gilson da Agricultura é cassado em Pedra Preta após chamar prefeita de “cachorra viciada”

última atualização: 4 de dezembro de 2025 12:07
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Câmara Municipal de Pedra Preta realizou uma sessão extraordinária na noite da última quarta-feira, dia 3 de dezembro, e decidiu pela cassação do mandato do vereador Gilson José de Souza (União), conhecido como Gilson da Agricultura.

Por uma votação expressiva de oito votos a dois, os vereadores acataram o relatório da Comissão Processante que o considerou culpado por quebra de decoro parlamentar.

Com a cassação, o presidente da Mesa Diretora da Câmara, vereador Laudir Martarello (PSB), lamentou o ocorrido: “Isso nos envergonha enquanto casa de leis. Que nós, autoridades, vereadores, possamos exercer o nosso papel com dignidade e com respeito”.

A cassação é resultado de um episódio ocorrido em 25 de agosto deste ano, quando o vereador utilizou a tribuna da Câmara para proferir ofensas de cunho sexual contra a prefeita do município, Iraci Ferreira de Souza (PSDB).

Durante o julgamento, Gilson da Agricultura reconheceu o uso das palavras inadequadas, mas negou ter ofendido a prefeita e pediu desculpas a Iraci e a todas as mulheres, questionando: “quem nunca errou?”.

As palavras que motivaram o processo de cassação foram direcionadas à prefeita Iraci durante uma sessão plenária.

“Tem que tomar vergonha na cara e não ficar fazendo só na época de política, como cachorra viciada dentro dos assentamentos pedir voto, não. E meu vocabulário é esse, é esse mesmo. Quando for o ano que vem, está que nem cachorra viciada atrás dos vereadores de primeiro mandato para pedir apoio para poder ajudar eles”.

O relatório da Comissão Processante concluiu que o vereador procedeu de modo incompatível com a dignidade da Câmara e faltou com o decoro na conduta pública.

AS DENÚNCIAS E A REPERCUSSÃO

A fala do vereador gerou forte reação em Mato Grosso, sendo alvo de quatro denúncias por prática de infrações político-administrativas, que motivaram a abertura da Comissão Processante. Entre os denunciantes estavam a própria prefeita Iraci Ferreira de Souza, além do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, da deputada federal Gisela Simona (União) e da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

O FUTURO DA VAGA DEIXADA POR GILSON

Quem assume a vaga deixada por Gilson José de Souza é o suplente Ronaldo Pereira dos Santos (União).

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