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23 de abril de 2026 22:22

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OpiniãoMT > Blog > Polícia > Polícia investiga facção que lavava dinheiro em casas noturnas de Cuiabá
Polícia

Polícia investiga facção que lavava dinheiro em casas noturnas de Cuiabá

Polícia realiza Operação Ragnatela em Mato Grosso, com mandados de prisão, busca e apreensão, desarticulando núcleo de facção criminosa.

última atualização: 5 de junho de 2024 09:37
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Polícia investiga facção que lavava dinheiro em casas noturnas de Cuiabá
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Em uma ação conjunta de órgãos de segurança pública, a Operação Ragnatela desarticulou um núcleo de facção criminosa que utilizava casas noturnas em Cuiabá para lavagem de dinheiro. A operação, deflagrada na quarta-feira (5), pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (FICCO-MT), cumpriu mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de contas bancárias e afastamento de cargos públicos.

Ocupação de casa noturna e shows custeados pela facção

A investigação identificou a compra de uma casa noturna em Cuiabá por R$ 800 mil em dinheiro, proveniente de atividades ilícitas. A partir daí, o grupo passou a promover shows de MCs conhecidos nacionalmente, bancados pela facção e por um grupo de promotores de eventos.

Foi apurado que a facção proibiu a contratação de artistas de São Paulo, possivelmente por rivalidade com facções de outros estados. Em dezembro de 2023, o MC Daniel foi hostilizado durante um show em Cuiabá e teve que sair escoltado por conta dessa ordem. Um membro da facção que organizou o show foi punido com a proibição de realizar eventos e frequentar casas noturnas na capital por dois anos.

A investigação revelou a conivência de agentes públicos na fiscalização e licenciamento dos shows, mesmo sem a documentação necessária. Um vereador municipal intermediava a relação entre o grupo e os agentes públicos, recebendo vantagens financeiras em troca.

Os policiais descobriram um esquema para levar celulares para dentro de unidades prisionais e a transferência de líderes da facção para presídios de menor rigor, facilitando a comunicação com o grupo em liberdade.

Fuga de líder e prisão no Rio de Janeiro

No dia 1º de junho, dois alvos da investigação fugiram para o Rio de Janeiro. Um deles, considerado o principal líder da facção, estava em liberdade e viajando com documentos falsos. Os criminosos foram detidos dentro da aeronave após o pouso no Aeroporto Santos Dumont.

A Operação Ragnatela contou com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas de Segurança Pública (Ciopaer) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, força-tarefa composta por Ministério Público Estadual, Polícia Civil, PM, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo. A FICCO-MT, composta por Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Militar, tem como objetivo o combate conjunto ao crime organizado em Mato Grosso.

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