Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Polícia Civil desarticula rede de extorsão de facção criminosa em Mato Grosso
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Câmara aprova projeto que endurece punições para descarte irregular de lixo
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO

24 de abril de 2026 03:14

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Mato Grosso > Polícia Civil desarticula rede de extorsão de facção criminosa em Mato Grosso
Mato Grosso

Polícia Civil desarticula rede de extorsão de facção criminosa em Mato Grosso

última atualização: 31 de julho de 2025 11:07
Jornalista Mauad
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Polícia Civil-MT
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta quinta-feira, dia 31 de julho, a Operação Vultus Legis, uma ação de grande porte para desmantelar um complexo esquema de extorsão praticado por membros de uma facção criminosa contra comerciantes em Rondonópolis e outras cidades.

Foto: Polícia Civil-MT

O objetivo da operação é combater a atuação desses grupos criminosos, que vêm aterrorizando empresários com graves ameaças e exigindo pagamentos ilícitos.

Foto: Polícia Civil-MT

A ofensiva, coordenada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), cumpre um total de 28 ordens judiciais, incluindo sete mandados de prisão preventiva, 10 de busca e apreensão e 11 de quebra de sigilo telemático. Além disso, foram determinados o sequestro de contas bancárias e a indisponibilidade de valores que somam R$ 86 mil. As ações estão sendo realizadas em Cuiabá, Rondonópolis e no estado de Sergipe.

ALVOS DA OPERAÇÃO: LIDERANÇAS PRESAS

As investigações da Operação Vultus Legis apontaram para um esquema de extorsão com várias camadas, envolvendo líderes da facção que já estão presos, lideranças do grupo em Rondonópolis e uma rede de intermediários conhecidos como “laranjas”, responsáveis por receber os valores das extorsões.

Dois dos principais mentores desse esquema, que são alvos dos mandados de hoje, já haviam sido detidos na Operação “A César o que é de César”, deflagrada em fevereiro deste ano. Eles estavam presos preventivamente por extorquirem comerciantes de camelôs em Várzea Grande, indicando a expansão da atuação criminosa para outras localidades.

A INVESTIGAÇÃO

A investigação que culminou na Operação Vultus Legis teve início em janeiro deste ano, após denúncias anônimas sobre extorsões mediante graves ameaças de morte a comerciantes de Rondonópolis.

O modus operandi da facção incluía o uso de perfis falsos no WhatsApp (embora, por vezes, os criminosos exibissem o rosto) por um dos mentores, atualmente detido, que se identificava como responsável pelo “setor de contrabando, descaminho e sonegação” da facção.

Ele exigia de comerciantes de celulares, tabacarias e distribuidoras o pagamento de uma “taxa sobre faturamento”, calculada com base em notas de compra, venda ou inventário dos estabelecimentos. Os criminosos justificavam a cobrança como parte de um novo “projeto” da facção.

Os pagamentos eram exigidos via Pix, utilizando contas de terceiros (“laranjas”), ou em espécie. O esquema contava com a participação de faccionados locais, organizados por bairros e incluindo menores de idade, que tinham a função de coagir comerciantes e coletar os valores pessoalmente.

Nos últimos meses, Comerciantes relataram graves impactos psicológicos, alguns chegando a fechar seus negócios. Apesar de conhecerem os faccionados que atuavam em seus bairros, a maioria das vítimas teme represálias e se recusa a depor sobre as ameaças.

A operação Vultus Legis faz parte do planejamento estratégico da Polícia Civil dentro da Operação Inter Partes e do programa Tolerância Zero do Governo de Mato Grosso, que visa intensificar o combate às facções criminosas no estado, além de integrar as ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).

A operação contou com o apoio das Delegacias da Regional de Rondonópolis, do Grupo de Atuação Especial ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Rondonópolis e da Polícia Civil de Aracaju (SE), por meio do Centro de Operações Especiais (COPE), para o cumprimento do mandado em Itabaiana.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Mato Grosso

Câmera de segurança registra acidente fatal de médico em Sorriso; namorada fala em “milagre”

1 de agosto de 2025
Mato Grosso

Jovem é morta com cinco tiros na cabeça em Rondonópolis

11 de julho de 2025
Uma manhã de luto e consternação tomou conta da comunidade de Tapurah, no Mato Grosso, após um grave acidente na rodovia estadual MT-249, em Nova Mutum. Três servidoras da Secretaria Municipal de Assistencial Social perderam a vida na tragédia, enquanto uma quarta servidora foi resgatada com vida, mas com ferimentos graves. Viagem para evento em Tangará da Serra termina em tragédia As vítimas, ainda não identificadas oficialmente, estavam a caminho de um evento em Tangará da Serra quando o acidente aconteceu. Segundo a assessoria da Prefeitura de Tapurah, as servidoras seguiam em uma caminhonete quando colidiram frontalmente com uma carreta. A forte batida causou a morte instantânea de três das ocupantes e deixou a quarta com ferimentos graves. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pela Polícia Civil e pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). De acordo com as primeiras informações, a colisão frontal entre a caminhonete e a carreta teria sido provocada pela invasão de pista por um dos veículos. No entanto, a dinâmica precisa do acidente ainda está sendo apurada. Comunidade em luto e autoridades prestam apoio A notícia do acidente causou grande comoção na comunidade de Tapurah. A Prefeitura Municipal decretou luto oficial de três dias e prestou apoio às famílias das vítimas fatais e à servidora que se encontra internada. As autoridades também estão colaborando com as investigações para elucidar as causas do acidente e tomar as medidas cabíveis. A tragédia na MT-249 serve como um triste lembrete dos perigos das estradas e da importância de dirigir com atenção e responsabilidade. As mortes das servidoras de Tapurah deixam um vazio irreparável na comunidade e nos corações de seus familiares e amigos. É um momento de luto e dor, mas também de reflexão e união, buscando medidas para evitar que tragédias como essa se repitam.
Mato Grosso

Tragédia na MT-249: Três servidoras de Tapurah morrem em acidente frontal com carreta

17 de abril de 2024
Mato Grosso

Disputa entre facções criminosas deixa dois mortos em Sorriso (MT)

17 de setembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?