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Leia: MPE instaura investigação sobre “ranking de estupráveis” na UFMT e exige explicações da Reitoria
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8 de maio de 2026 11:37

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OpiniãoMT > Blog > Justiça > MPE instaura investigação sobre “ranking de estupráveis” na UFMT e exige explicações da Reitoria
Justiça

MPE instaura investigação sobre “ranking de estupráveis” na UFMT e exige explicações da Reitoria

última atualização: 8 de maio de 2026 10:48
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O Ministério Público Estadual (MPE) oficializou a abertura de um procedimento administrativo para investigar as graves denúncias de misoginia e violência contra a mulher envolvendo estudantes do curso de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O caso, que gerou repúdio generalizado, refere-se à criação e divulgação de uma lista que classificava alunas como “mais estupráveis”.

A portaria que instaura a investigação foi assinada pela promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, coordenadora do Núcleo de Enfrentamento à Violência contra a Mulher de Cuiabá, e publicada na última quarta-feira, dia 6 de maio. No documento, a promotora classifica o episódio como uma barbárie incompatível com o ambiente acadêmico.

“Relatam as graves denúncias de misoginia e violência contra a mulher no curso de Direito da UFMT, pela circulação de registros de conversas em aplicativos de mensagens onde estudantes planejavam a elaboração de uma lista classificando alunas ingressantes como ‘estupráveis’”, destacou a promotora em trecho da portaria.

O MPE determinou o envio de um ofício à Reitoria da UFMT com um prazo de cinco dias para que a instituição informe quais providências internas estão sendo adotadas.

Além disso, o Centro Acadêmico de Direito (CADI) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) foram requisitados a encaminhar todas as provas e documentos de que dispõem.

ENTENDA O CASO

A denúncia partiu do Centro Acadêmico VIII de Abril, que representa os estudantes de Direito da UFMT. Por meio de uma nota de repúdio nas redes sociais, o centro acadêmico revelou que as mensagens trocadas em aplicativos eram “extremamente graves, de caráter misógino, violento e incompatível com qualquer parâmetro ético, jurídico e humano”. O conteúdo envolvia a objetificação de mulheres e a incitação à violência sexual.

AFASTAMENTO E RISCO DE EXPULSÃO

Diante da gravidade dos fatos, a diretoria da Faculdade de Direito de Cuiabá, sob o comando do professor Carlos Eduardo Silva e Souza, determinou na quarta-feira, dia 6 de maio, o afastamento preventivo do estudante apontado como o principal criador e divulgador do “ranking”.

A UFMT também instaurou um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD). Caso a autoria e a gravidade sejam confirmadas ao final do processo, o aluno poderá sofrer a sanção máxima de expulsão.

Em nota oficial, a universidade reforçou sua postura de tolerância zero.

“A UFMT repudia veementemente qualquer manifestação, prática ou tentativa de naturalização da violência, da misoginia e de qualquer forma de violação de direitos humanos.”

MEDIDAS DE PROTEÇÃO

Além da punição aos agressores, a instituição determinou a adoção imediata de medidas de proteção para as alunas afetadas pelo conteúdo das mensagens.

Elas deverão receber acompanhamento institucional e psicológico para lidar com os desdobramentos da exposição indevida e do ambiente de medo gerado pelo episódio.

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