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Leia: Morte do advogado Renato Nery custou R$ 215 mil segundo investigação da DHPP
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Morte do advogado Renato Nery custou R$ 215 mil segundo investigação da DHPP

13 de março de 2026 16:07

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OpiniãoMT > Blog > Cuiabá > Morte do advogado Renato Nery custou R$ 215 mil segundo investigação da DHPP
Cuiabá

Morte do advogado Renato Nery custou R$ 215 mil segundo investigação da DHPP

última atualização: 13 de março de 2026 10:58
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

As investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) sobre o assassinato do advogado, Renato Nery, alcançaram um ponto crucial. Por meio da quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça, a polícia conseguiu mapear o fluxo financeiro que financiou a execução do jurista, revelando um esquema de triangulação de valores para ocultar o crime.

De acordo com o inquérito, o “preço” pela vida do advogado foi fixado em R$ 215 mil.

A investigação aponta que Julinere Goulart Bentos, identificada como a mandante do crime, deu início aos pagamentos no dia 24 de março daquele ano. Ela realizou transferências que somaram R$ 200 mil, utilizando contas de terceiros como estratégia para camuflar o destino final dos recursos.

O destinatário estratégico desses valores era o policial militar Jackson Barbosa, apontado como um dos intermediários. Para evitar o rastreio direto, Jackson evitou que o dinheiro entrasse em sua conta de imediato, mas coordenou a distribuição.

-R$ 115 mil: Utilizados em 5 de março para a compra de uma Mercedes-Benz, registrada em nome de terceiros.

-R$ 40 mil: Transferidos no mesmo dia para a conta da mãe de Jackson Barbosa.

-Saldo remanescente: Encaminhado para a conta pessoal do militar no dia 6 de março.

Posteriormente, em 8 de março, Julinere efetuou um pagamento direto de R$ 15 mil a Jackson, totalizando os R$ 215 mil levantados pela DHPP.

CONFISSÕES E PROVAS

As movimentações bancárias fracionadas coincidem com os depoimentos de outros envolvidos que colaboraram com a justiça: o policial militar Heron Teixeira, que também atuou como intermediário, e Alex Roberto de Queiroz Silva, o executor confesso do homicídio. As provas financeiras corroboram a tese de que houve um planejamento meticuloso para lavar o dinheiro do crime.

O CRIME E A MOTIVAÇÃO

Renato Nery, de 72 anos, foi brutalmente assassinado no dia 5 de julho de 2024. Ele chegava ao escritório dele, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, quando foi atingido por sete disparos. O advogado chegou a ser socorrido, mas morreu na madrugada do dia seguinte.

A motivação do crime seria uma disputa judicial por uma área de mais de 12 mil hectares no município de Novo São Joaquim. Nery era coproprietário da terra, o que gerou uma forte insatisfação no casal de empresários de Primavera do Leste, Julinere Goulart Bentos e Cesar Jorge Sechi, apontados como os mandantes intelectuais.

OS ENVOLVIDOS NO HOMICÍDIO

Mandantes: Julinere Goulart Bentos e Cesar Jorge Sechi.

Intermediários (PMs): Jackson Pereira Barbosa, Ícaro Nathan Santos Ferreira e Heron Teixeira Pena Vieira.

Executor: Alex Roberto de Queiroz Silva.

Apesar de estarem detidos, os acusados aguardam o julgamento e ainda não foram condenados.

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