Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Moraes procurou presidente do BC para interceder por Banco Master, diz jornal
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO
Golpes de capacete em briga de bar levam à morte de homem e indiciamento de mulher em Mato Grosso
Jovem de 20 anos morre atropelado por carreta após queda de moto em Várzea Grande
Carro capota e para sobre calçada na Avenida Prainha na manhã desta sexta; VEJA VÍDEO
TJ-MT forma maioria para demitir juíza acusada de usar “despachos balão” para simular produtividade

24 de abril de 2026 12:23

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasília > Moraes procurou presidente do BC para interceder por Banco Master, diz jornal
Brasília

Moraes procurou presidente do BC para interceder por Banco Master, diz jornal

Apurações analisam contatos entre STF e Banco Central sobre o Master, venda ao BRB, suspeitas de fraude e desdobramentos no BC, PF e TCU.

última atualização: 22 de dezembro de 2025 16:10
Redação OPMT
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
Moraes procurou presidente do BC para interceder por Banco Master, diz jornal
Sede do Banco Master. Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil.
Compartilhar

As investigações que envolvem o Master avançaram nos últimos meses e passaram a analisar contatos atribuídos ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. As apurações buscam esclarecer circunstâncias relacionadas ao processo de venda do banco ao Banco de Brasília (BRB), que acabou não sendo autorizado, além de possíveis pressões institucionais e indícios de irregularidades financeiras.

Contatos atribuídos ao ministro em negociação do Master

De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Globo, com base em relatos de seis fontes próximas ao caso, Alexandre de Moraes teria mantido ao menos três contatos telefônicos com Gabriel Galípolo para tratar do andamento da negociação envolvendo o Master e o BRB. Ainda segundo essas fontes, em julho houve a solicitação de uma reunião presencial entre os dois.

Durante esse encontro, Moraes teria mencionado sua avaliação positiva em relação a Daniel Vorcaro, controlador do Master, e sustentado que a instituição enfrentava dificuldades por competir com grandes bancos do sistema financeiro nacional. Na ocasião, o ministro teria buscado informações sobre a possibilidade de liberação da operação, que aguardava aval do Banco Central desde março.

Divergências internas no Banco Central

À época, conforme os relatos, já existiam posições divergentes dentro do Banco Central quanto à condução do caso do Master. Técnicos da autarquia avaliavam riscos relacionados à operação e discutiam a viabilidade de uma eventual intervenção no banco.

Ainda segundo as fontes ouvidas, Galípolo teria informado a Moraes que equipes técnicas do BC identificaram indícios de fraude no repasse de aproximadamente R$ 12,2 bilhões em créditos do Master para o BRB. Diante dessa comunicação, o ministro teria reconhecido que, caso as irregularidades fossem confirmadas, não haveria possibilidade de aprovação da transação.

Em 18 de novembro, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master. No mesmo dia, a Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro e outros seis executivos, acusados de participação em um esquema investigado pelas autoridades.

Nem Alexandre de Moraes nem Gabriel Galípolo comentaram publicamente os contatos relatados.

Contrato com escritório de advocacia entra na investigação

No decorrer das apurações, a Polícia Federal teve acesso a documentos que indicam a existência de um contrato entre o Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O acordo previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por um período de três anos, totalizando cerca de R$ 130 milhões, para representação de interesses do banco e de Vorcaro junto a órgãos federais.

Apesar disso, respostas enviadas pelo Banco Central e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), obtidas via Lei de Acesso à Informação, informam que não houve pedidos formais de reuniões nem protocolos de documentos apresentados pelo escritório em nome do Master nessas instituições.

Relatoria no STF e medidas adotadas

O ministro Dias Toffoli, do STF, assumiu a relatoria do caso, determinou o sigilo das investigações e autorizou a Polícia Federal a colher depoimentos no prazo de até 30 dias, sob supervisão judicial. Até o momento, as oitivas ainda não foram agendadas.

Nos bastidores do Banco Central, há relatos de desconforto entre técnicos da instituição, especialmente diante da possibilidade de convocações para prestar esclarecimentos. Segundo informações repassadas a investigadores do Ministério Público e da Polícia Federal, servidores afirmaram que nunca teriam enfrentado tamanho nível de pressão política em favor de uma única instituição financeira como no caso do Master.

Em entrevista coletiva concedida no dia 18, na sede do BC, Gabriel Galípolo declarou estar à disposição do Supremo Tribunal Federal para colaborar com as investigações. Ele afirmou que todas as ações relacionadas ao caso foram devidamente registradas. “Cada reunião, cada troca de mensagens e cada comunicação está documentada”, disse.

TCU solicita documentos sobre o Master

Na sexta-feira, dia 19, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, determinou que o Banco Central encaminhe, até a terça-feira seguinte, dia 23, documentos referentes à liquidação do Master. A decisão foi adotada de forma cautelar e integra um processo que apura eventual omissão do BC na fiscalização das operações do banco.

Embora o TCU não tenha atribuição para interferir diretamente em transações entre instituições privadas do sistema financeiro, o órgão avalia aspectos relacionados à atuação do Banco Central no acompanhamento do caso.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Deputada Carol De Toni apresenta PL que propõe fim de punição para piadas
Brasília

Deputada Carol De Toni apresenta PL que propõe fim de punição para piadas

6 de junho de 2025
Em despacho de Moraes, invocar Jesus em vigilia caracteriza 'manifestação criminosa' e 'ilícita'
Brasília

Em despacho, Moraes considera invocar Jesus em vigilia como ‘manifestação criminosa’

22 de novembro de 2025
Por unanimidade, STF decide que Forças Armadas não são mais o Poder Moderador
Brasília

Por unanimidade, STF decide que Forças Armadas não são mais o Poder Moderador

8 de abril de 2024
Câmara aprova aumento de salário e a criação de 160 novos cargos no STF
Brasília

Câmara aprova aumento de salário e a criação de 160 novos cargos no STF

9 de julho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?