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Leia: Max Russi confirma candidatura à presidência da ALMT, analisa renovação na Assembleia e avalia derrotas de veteranos
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6 de outubro de 2026 17:05

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OpiniãoMT > Blog > Eleições > Max Russi confirma candidatura à presidência da ALMT, analisa renovação na Assembleia e avalia derrotas de veteranos
Eleições

Max Russi confirma candidatura à presidência da ALMT, analisa renovação na Assembleia e avalia derrotas de veteranos

Jornalista Mauad
Publicado em: 6 de outubro de 2026
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4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

Reeleito no último domingo, dia 4 de outubro, como o deputado estadual mais votado de Mato Grosso, com expressivos 86.934 votos, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), quebrou o silêncio sobre o cenário político pós-eleições. Em declarações recentes, o parlamentar confirmou que disputará novamente a presidência da Mesa Diretora da Casa de Leis, mas garantiu que só iniciará as articulações políticas após o dia 15 de novembro.

O foco atual, segundo o deputado, deve ser direcionado para o momento eleitoral nacional.

“Eu sei que eu serei candidato. Isso eu posso adiantar. Não vou fazer conversa nenhuma agora, antes do dia 15 de novembro, porque senão não aproveita a vitória. Vamos aproveitar a vitória. Eu fui o deputado mais votado da eleição. Isso é uma conquista importantíssima, sinal de que o nosso trabalho deu certo nos últimos quatro anos. Agora vamos curtir essa vitória”, afirmou Max Russi.

RENOVAÇÃO E SURPRESAS NAS URNAS

O pleito deste ano trouxe mudanças significativas e reconfigurou a correlação de forças no Legislativo estadual, além de surpreender com marcas históricas na bancada federal e municipal. Para Russi, o resultado reflete soberanamente a vontade popular.

“Tivemos algumas surpresas. Algumas votações de federais aí que a Coronel Fernanda fez história, a mais votada da história. Então tivemos fatores positivos nessa eleição. A força do PL também, a força do Lúdio. A votação do Lúdio em Cuiabá é uma votação também, acho que histórica”.

A DERROTA DE NOMES TRADICIONAIS E O PESO DA SUPLÊNCIA

A eleição também registrou baixas de peso entre parlamentares experientes que tentavam a renovação de mandatos na Assembleia Legislativa, a exemplo de Eduardo Botelho (MDB), Júlio Campos (União), Paulo Araújo (Republicanos), Juca do Guaraná (PSDB) e Elizeu Nascimento (Novo).

Quatro desses cinco nomes ficaram posicionados na suplência das respectivas legendas ou federações, mantendo em aberto a possibilidade de retorno ao Parlamento ao longo da próxima legislatura:

-Eduardo Botelho obteve 37.359 votos e assumiu a condição de primeiro suplente do MDB;

-Paulo Araújo registrou 30.338 votos, tornando-se o primeiro suplente do Republicanos;

-Júlio Campos alcançou 18.517 votos, figurando na primeira suplência da Federação União Progressista;

-Juca do Guaraná conquistou 17.349 votos, ocupando a primeira posição na fila da Federação PSDB/Cidadania.

-Já Elizeu Nascimento não alcançou a suplência direta, visto que o partido Novo não conquistou cadeira na composição da nova legislatura.

Diante do revés sofrido por veteranos da política estadual, Max Russi ponderou com base na própria trajetória.

“É a vontade do eleitor, né? Todo mundo tem o seu momento. Quem está na política, um dia chega esse momento. Se você não parar antes ou se você não buscar um outro projeto. Aqueles que não obtiveram êxito têm que fazer a reflexão. Eu já perdi a eleição e ganhei a eleição. Então conheço muito bem o que é perder e o que é ganhar. O que é perder não é bom, não é positivo. Quem não teve êxito nesta eleição tem que se fortalecer, trabalhar para outras. Quem gosta da política não pode desanimar num percalço, numa derrota”, concluiu.

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