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Leia: Lula diz que devolverá relógio Cartier para não beneficiar Bolsonaro
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OpiniãoMT > Blog > Política > Lula diz que devolverá relógio Cartier para não beneficiar Bolsonaro
Política

Lula diz que devolverá relógio Cartier para não beneficiar Bolsonaro

Lula anuncia devolução de relógio Cartier recebido em 2005 para evitar comparações com a situação de Bolsonaro no caso das joias sauditas.

última atualização: 9 de agosto de 2024 14:16
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
TCU decide que Lula não precisa devolver relógio Cartier recebido em 2005
O relógio Cartier de Lula foi um presente recebido no seu primeiro mandato em 2005. Imagem: Ricardo Stuckert/Presidência da República.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta quinta-feira (8), que devolverá o relógio Cartier que recebeu em 2005 durante seu primeiro mandato. A decisão foi tomada para evitar que a manutenção da peça possa ser utilizada em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no contexto das investigações relacionadas ao caso das joias sauditas.

Lula devolve relógio Cartier para evitar controvérsias

A preocupação de Lula é clara: ele não deseja que sua situação seja confundida com a do ex-mandatário, que é alvo de acusações de apropriação indébita de bens públicos. Em sua conta no X (antigo Twitter), o ministro do Desenvolvimento Agrário reforçou essa posição, afirmando que o presidente “não quer se confundir com a decisão do TCU que pode proteger o inelegível do crime que cometeu”.

Decisão do TCU sobre joias levanta discussões

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu, na quarta-feira (7 de agosto de 2024), que Lula não é obrigado a devolver o relógio de ouro da Cartier ao acervo patrimonial da União. A tese, que prevaleceu na Corte, foi defendida pelo ministro Jorge Oliveira.

Ele argumentou que não existe uma legislação específica que defina os valores e critérios dos presentes recebidos por presidentes da República, o que torna esses itens personalíssimos e não passíveis de devolução à União.

O relógio, um modelo Santos Dumont, é avaliado atualmente em R$ 59.500 e foi um presente da marca francesa durante uma visita oficial de Lula a Paris em 2005. A decisão do TCU, embora favorável a Lula, acabou suscitando um debate sobre a possibilidade de beneficiar Bolsonaro nas investigações em andamento. O entendimento da Corte pode ser utilizado pela defesa do ex-presidente para fortalecer sua posição em relação ao caso das joias sauditas.

A decisão do TCU, que dispensou Lula da devolução do relógio Cartier, tem potencial para influenciar o desenrolar das investigações envolvendo Jair Bolsonaro. O ex-presidente é acusado de desviar bens de alto valor durante seu mandato, incluindo joias sauditas. 

Com a nova interpretação do TCU, que reconhece o caráter personalíssimo dos presentes recebidos pelo presidente, a defesa de Bolsonaro pode utilizar essa decisão como argumento para tentar desqualificar as acusações contra ele.

A representação que deu início ao processo no TCU foi solicitada pelo deputado Ubiratan Antunes Sanderson (PL-RS) em 2023. O parlamentar questionou se Lula deveria devolver o relógio Cartier ao acervo da União, considerando a natureza do presente. Agora, com a decisão da Corte, o caso ganha uma nova dimensão, especialmente no que diz respeito ao tratamento de bens recebidos por presidentes da República.

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