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Leia: Justiça da Bahia aciona Cláudia Leitte por trocar “Iemanjá” por “Yeshua” em música
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24 de abril de 2026 03:47

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Justiça da Bahia aciona Cláudia Leitte por trocar “Iemanjá” por “Yeshua” em música
Brasil

Justiça da Bahia aciona Cláudia Leitte por trocar “Iemanjá” por “Yeshua” em música

MP da Bahia move ação contra Cláudia Leitte por mudança em letra de música e pede R$ 2 milhões por dano moral coletivo.

última atualização: 19 de dezembro de 2025 15:43
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Justiça da Bahia aciona Cláudia Leitte por trocar Iemanjá por Yeshua em música
Cláudia Leitte durante apresentação em Cuiabá em 2025. Imagem: Redes Sociais.
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O Ministério Público da Bahia ingressou com uma ação civil pública contra Cláudia Leitte, acusando a cantora de prática de discriminação religiosa após a alteração de um trecho de uma música conhecida de seu repertório. A ação pede indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 2 milhões e aponta impacto negativo sobre religiões de matriz africana, segundo informações divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.

Ação do Ministério Público contra Cláudia Leitte

A iniciativa judicial foi apresentada pela Promotoria de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa em conjunto com o Núcleo de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural. De acordo com o Ministério Público, a conduta atribuída a Cláudia Leitte teria extrapolado o campo da liberdade artística e provocado ofensa coletiva a praticantes de religiões afro-brasileiras.

O órgão sustenta que a repercussão do caso foi ampliada pela projeção nacional da artista, o que, na avaliação dos promotores, intensifica os efeitos da mensagem transmitida ao público. Por esse motivo, o MP defende a necessidade de reparação coletiva e a adoção de medidas para evitar novas ocorrências semelhantes.

Alteração em música motivou a denúncia

A ação teve origem em uma representação protocolada por uma liderança religiosa e por uma entidade voltada à defesa das religiões de matriz africana. O documento aponta que, em apresentações realizadas recentemente, Cláudia Leitte teria substituído uma referência à orixá Iemanjá pelo termo Yeshua, nome real de Jesus em aramaico, em um trecho da canção “Caranguejo”.

Entendimento do MP sobre a mudança na letra

Segundo o Ministério Público, a modificação não pode ser caracterizada como um ato isolado de criação artística. A promotoria afirma que a alteração estaria relacionada à conversão religiosa da cantora e à influência de ambientes neopentecostais, que, conforme descrito na ação, costumam adotar posicionamentos críticos ou desqualificadores em relação às religiões de origem africana.

Para os promotores, esse contexto reforça a tese de que a mudança na letra ultrapassa a esfera pessoal e alcança dimensão coletiva, afetando a liberdade religiosa e o respeito à diversidade cultural.

Pedido de indenização e retratação pública

Além da indenização de R$ 2 milhões por dano moral coletivo, o Ministério Público solicita que o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos Difusos ou a entidades representativas das religiões de matriz africana. O pedido também inclui a exigência de retratação pública por parte de Cláudia Leitte.

Outra solicitação apresentada na ação é o compromisso formal da artista de não repetir condutas consideradas ofensivas em shows, entrevistas, produções artísticas ou publicações em redes sociais. Para o MP, essas medidas têm caráter preventivo e buscam evitar novos episódios semelhantes.

Repercussão e histórico do caso

O episódio ocorreu no ano passado e gerou manifestações críticas de organizações e associações ligadas às religiões afro-brasileiras. Desde então, o caso tem sido acompanhado por entidades de defesa da liberdade religiosa e por representantes do setor cultural.

Até o momento, Cláudia Leitte não se pronunciou publicamente sobre a alteração na letra da música nem sobre a ação movida pelo Ministério Público. A Justiça ainda deverá analisar os pedidos apresentados e decidir sobre o prosseguimento do processo.

A ação civil pública movida pelo Ministério Público da Bahia contra Cláudia Leitte reacende o debate sobre liberdade artística, intolerância religiosa e responsabilidade social de figuras públicas. O processo busca reparação coletiva e medidas preventivas diante do impacto cultural atribuído ao episódio, e o desfecho dependerá da avaliação do Judiciário sobre os fatos apresentados.

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