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Leia: Governo federal autoriza reajuste de 6,91% nos planos de saúde individuais e familiares
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7 de março de 2026 03:35

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OpiniãoMT > Blog > Economia > Governo federal autoriza reajuste de 6,91% nos planos de saúde individuais e familiares
Economia

Governo federal autoriza reajuste de 6,91% nos planos de saúde individuais e familiares

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou um reajuste máximo de 6,91% para os planos de saúde individuais e familiares no Brasil.

última atualização: 4 de junho de 2024 16:54
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Governo federal autoriza reajuste de 6,91% nos planos de saúde individuais e familiares
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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira (4) o índice máximo de reajuste anual para planos de saúde individuais e familiares no Brasil, estabelecido em 6,91%. A medida, válida para o período entre maio de 2024 e abril de 2025, deve ser aplicada pelas operadoras na data de aniversário dos contratos, ou seja, no mês da contratação do serviço.

Segundo aumento no governo Lula

O reajuste de 6,91% é aplicável somente aos planos individuais e familiares, não abrangendo os planos de saúde coletivos, sejam empresariais ou por adesão. A ANS destacou que o aumento deve ser implementado na data de aniversário dos contratos, ou seja, no mês de contratação dos serviços. 

As operadoras têm a permissão de aplicar o reajuste até o teto de 6,91%, o que impacta cerca de 8,7 milhões de usuários, o que corresponde a 17,2% dos 51,1 milhões de brasileiros que possuem planos de saúde no país.

Entenda o cálculo

O índice de reajuste é calculado anualmente pela ANS e considera a variação dos custos das operadoras com atendimento aos beneficiários, representada pelo Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA), e a inflação geral do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), excluindo o item plano de saúde. Na fórmula final, o IVDA tem peso de 80% e o IPCA, de 20%.

Impacto para Consumidores e Operadoras

Para o advogado e especialista em saúde Elano Figueiredo, o reajuste, apesar de menor que em anos anteriores, ainda representa um desafio para os consumidores, que já lidam com altos custos de saúde. Já para as operadoras, o aumento das despesas assistenciais torna qualquer reajuste insuficiente para cobrir os custos.

Diferença entre Planos Individuais e Coletivos

É importante destacar que o reajuste definido pela ANS se aplica apenas aos planos de saúde individuais e familiares. Os planos coletivos, sejam eles empresariais ou por adesão, não possuem um teto de reajuste definido pela agência e são negociados diretamente entre as operadoras e os clientes.

O anúncio do reajuste anual dos planos de saúde individuais e familiares pela ANS gera impactos distintos para consumidores e operadoras. Enquanto os consumidores precisam lidar com o aumento dos custos, as empresas buscam equilibrar suas finanças diante das crescentes despesas assistenciais.

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