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Leia: Embaixada da Hungria demite funcionários após vazamento de imagens de Bolsonaro
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22 de outubro de 2026 19:47

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > Embaixada da Hungria demite funcionários após vazamento de imagens de Bolsonaro
Brasília

Embaixada da Hungria demite funcionários após vazamento de imagens de Bolsonaro

Funcionários da Embaixada da Hungria no Brasil foram demitidos após o vazamento das imagens de Jair Bolsonaro.

Redação OPMT
Publicado em: 3 de abril de 2024
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3 Minutos de Leitura
Embaixada da Hungria demite funcionários após vazamento de imagens de Bolsonaro
Nas imagens, é possível ver os movimentos do Ex-presidente Bolsonaro na sua estadia na embaixada. Imagem: Reprodução.
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A Embaixada da Hungria em território brasileiro tomou uma decisão drástica nesta terça-feira (2), ao desligar dois colaboradores brasileiros encarregados da vigilância por vídeo do estabelecimento. Essa medida veio à tona em consequência da divulgação não autorizada de vídeos que capturaram a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro nas dependências da embaixada. 

O Vazamento das imagens

Sem evidências conclusivas que ligassem diretamente os dois funcionários ao ato de vazamento para a mídia, a representação diplomática húngara escolheu prosseguir com as demissões. Esse episódio desencadeou uma investigação interna, com o intuito de decifrar o percurso pelo qual as gravações alcançaram o domínio público. 

A investigação foi motivada pela estadia do ex-presidente, que passou duas noites nas instalações da embaixada, gerando um mistério em torno da divulgação das imagens.

A estadia de Bolsonaro na embaixada

A permanência de Bolsonaro na Embaixada da Hungria, localizada no Brasil, ocorreu de 12 a 14 de fevereiro, um período subsequente à apreensão de seu passaporte pela Polícia Federal. O jornal The New York Times foi o meio de comunicação que recebeu e expôs as imagens para o mundo, despertando curiosidade e questionamentos acerca dos motivos e circunstâncias da visita.

De acordo com os advogados de Bolsonaro, o convite partiu do próprio embaixador húngaro, Miklos Tamás Halmai, com o propósito de promover interações com autoridades do país amigo, mencionando inclusive o primeiro-ministro. Este episódio chamou a atenção do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que solicitou uma explicação detalhada sobre a hospedagem do ex-presidente nas dependências diplomáticas. A defesa de Bolsonaro, por sua vez, argumentou contra a ideia de uma possível fuga, enfatizando a ausência de temor do ex-presidente em relação a uma potencial prisão.

O caso segue sob investigação, enquanto aguarda-se a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre as alegações da defesa do ex-presidente. Este incidente não apenas evidencia questões de segurança interna nas representações diplomáticas, mas também reflete sobre as complexas relações entre personalidades públicas e os protocolos de privacidade e hospedagem em ambientes diplomáticos.

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