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Leia: Dados do IBGE revelam que 16 milhões de brasileiros vivem em favelas
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7 de março de 2026 06:03

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Dados do IBGE revelam que 16 milhões de brasileiros vivem em favelas
Brasil

Dados do IBGE revelam que 16 milhões de brasileiros vivem em favelas

Levantamento do IBGE mostra que 16,3 milhões de brasileiros vivem em favelas e revela desafios de infraestrutura, mobilidade e urbanização.

última atualização: 5 de dezembro de 2025 16:32
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Dados do IBGE revelam que 16 milhões de brasileiros vivem em favelas
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O Censo 2022 trouxe um retrato atualizado das favelas e comunidades urbanas brasileiras, indicando que 16,3 milhões de moradores vivem nesses territórios e revelando mudanças importantes na forma como o IBGE analisa essas áreas. A nova metodologia amplia a compreensão sobre infraestrutura, mobilidade e condições urbanas, elementos essenciais para o planejamento público.

Nova abordagem do IBGE para mapear favelas

O estudo substitui o antigo termo “aglomerado subnormal” por “favelas e comunidades urbanas”. A mudança reflete um esforço de aprimorar a leitura dos espaços, considerando não apenas a ocupação irregular, mas também fatores como traçado das ruas, circulação de pessoas, acessos disponíveis e características do entorno.

A atualização busca oferecer uma visão mais realista de como esses espaços funcionam no dia a dia. O mapeamento enfatiza particularidades antes pouco observadas, permitindo uma interpretação mais precisa sobre a dinâmica interna e os desafios urbanos enfrentados pelos moradores.

Desafios de infraestrutura e mobilidade nas favelas

As favelas continuam enfrentando obstáculos estruturais significativos. Em centros urbanos como Rio de Janeiro, São Paulo, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador e Manaus, comunidades densas ocupam encostas, margens de rios e áreas sujeitas a alagamentos.

Espaços como Rocinha, Heliópolis, Paraisópolis, Terra Firme, Ibura e Cidade de Deus apresentam ruas estreitas e circulação limitada, dificultando a entrada de ambulâncias, veículos de serviço e transporte coletivo. Em muitas áreas, becos, escadarias e a ausência de calçadas tornam a mobilidade bastante complexa.

Iluminação e drenagem

A oferta de iluminação pública varia dentro das comunidades. Trechos iluminados convivem com áreas escuras, o que afeta diretamente a rotina e a segurança. No Norte e em parte do Nordeste, a falta de drenagem e pavimentação intensifica dificuldades de deslocamento, sobretudo em períodos de chuva.

Moradores convivem com vias sem acesso a veículos

Segundo o Censo, 19,2% dos moradores das favelas, cerca de 3,1 milhões de pessoas, viviam, em 2022, em vias acessíveis apenas a pé, de bicicleta ou moto. Fora dessas comunidades, essa condição atingia apenas 1,4% da população.

Pavimentação e drenagem

Em relação à pavimentação, 78,3% (12,7 milhões) dos habitantes das favelas residiam em trechos pavimentados, enquanto 21,7% (3,5 milhões) viviam em áreas sem pavimentação. Fora desses territórios, essa taxa era bem mais alta, chegando a 91,8%.

Menos da metade dos moradores dessas comunidades,45,4%, vivia em vias com bueiros ou bocas de lobo. Nas demais áreas urbanas, esse índice chegava a 61,8%.

Iluminação pública e transporte

A pesquisa mostra ainda que 91,1% (14,7 milhões) dos moradores das favelas tinham iluminação pública nas vias onde vivem. Por outro lado, 8,9% permaneciam em trechos sem luz. Em regiões fora dessas comunidades, o índice subiu para 98,5%.

A presença de pontos de ônibus ou vans era limitada: apenas 5,2% (836 mil) dos moradores das favelas tinham esse serviço próximo às suas casas, menos da metade do registrado em outras áreas urbanas (12,1%).

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