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Leia: Com um rombo de 23 Bi, Correios aprovam demissão voluntária e fechamento de agências
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7 de março de 2026 08:56

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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Com um rombo de 23 Bi, Correios aprovam demissão voluntária e fechamento de agências
Governo Lula

Com um rombo de 23 Bi, Correios aprovam demissão voluntária e fechamento de agências

Correios anunciam reestruturação com fechamento de agências, PDV, venda de imóveis e medidas para recuperar equilíbrio financeiro.

última atualização: 21 de novembro de 2025 17:09
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Com um rombo de 23 Bi, Correios aprovam demissão voluntária e fechamento de agências
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Os Correios oficializaram um amplo plano de reestruturação que prevê fechamento de unidades, um novo programa de demissão voluntária e a venda de imóveis para reforçar o caixa da estatal. A iniciativa busca reduzir o déficit atual e recolocar a empresa em trajetória de sustentabilidade financeira.

Plano de reestruturação dos Correios

O pacote aprovado pela direção na última quarta-feira (19) inclui ações destinadas a melhorar a eficiência operacional, garantir a continuidade dos serviços postais e recuperar o equilíbrio financeiro já em 2026. A estatal projeta voltar a registrar lucro a partir de 2027, caso todas as etapas sejam implementadas dentro do cronograma previsto.

Empréstimo e metas financeiras

Entre as medidas iniciais está a contratação de um empréstimo estimado em até R$ 20 bilhões, que deve ser concluído até o fim de novembro. O objetivo é reduzir o déficit acumulado e assegurar os recursos necessários para manter operações essenciais enquanto as mudanças são colocadas em prática.

Etapas da reestruturação

Segundo os Correios, o planejamento foi elaborado após análises internas sobre receitas, custos e modelo de negócio. A estatal dividiu a reestruturação em três frentes principais:

  • fase de recuperação financeira;

  • processo de consolidação operacional;

  • ações de crescimento e expansão.

Essas etapas, de acordo com a empresa, buscam responder à queda de receitas e ao aumento dos custos registrados nos últimos anos.

Medidas previstas no plano

Entre as ações do plano de reestruturação dos Correios, estão previstas iniciativas que impactam diretamente a estrutura atual da empresa.

Demissões e revisão de custos

  • Implementação de um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV);

  • Redução de despesas com o plano de saúde dos empregados;

  • Readequação de processos internos e modernização da infraestrutura tecnológica.

Fechamento de agências e venda de imóveis

Uma das medidas mais significativas é o fechamento de até mil agências consideradas deficitárias. A redução tem como objetivo ajustar a rede de atendimento ao volume atual de demanda, mantendo a cobertura em regiões onde a presença física é indispensável.

Além disso, a venda de imóveis da estatal deve gerar cerca de R$ 1,5 bilhão em receitas adicionais.

Expansão e competitividade

O plano também prevê iniciativas para ampliar a participação no e-commerce e firmar parcerias estratégicas. A estatal avalia ainda possibilidades de fusões, aquisições e outros movimentos societários para melhorar a competitividade no mercado de entregas.

Pacote anterior e resultados do PDV

Em maio, outro conjunto de medidas já havia sido anunciado pelos Correios, após o prejuízo de R$ 2,6 bilhões registrado em 2024. Entre as ações estavam:

  • um PDV já executado;

  • redução da jornada de trabalho em unidades administrativas;

  • suspensão temporária das férias de 2025;

  • encerramento definitivo do trabalho remoto.

O PDV anterior contou com adesão de cerca de 3,5 mil empregados, resultando em economia anual próxima de R$ 750 milhões.

Estrutura atual dos Correios

Apesar das mudanças previstas, a estatal mantém hoje uma das maiores redes logísticas do país. Os Correios estão presentes nos 5.568 municípios brasileiros, no Distrito Federal e no Distrito Estadual de Fernando de Noronha.

A estrutura inclui:

  • mais de 10 mil agências de atendimento;

  • cerca de 8 mil unidades operacionais;

  • frota composta por 23 mil veículos;

  • aproximadamente 80 mil empregados diretos.

Serviços essenciais

A estatal também segue responsável por operações de interesse público, como:

  • entrega de livros didáticos em escolas;

  • distribuição de provas do Enem;

  • transporte de urnas eletrônicas para regiões de difícil acesso;

  • apoio logístico em situações de emergência, como enchentes e desastres naturais.

O plano de reestruturação dos Correios marca um dos momentos mais significativos da estatal nos últimos anos. Com medidas que envolvem fechamento de unidades, venda de imóveis, modernização tecnológica e novos PDVs, a empresa busca equilibrar suas finanças e fortalecer sua atuação no mercado logístico. A expectativa é que os resultados comecem a aparecer a partir de 2026, com previsão de retorno ao lucro em 2027.

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