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Leia: Chuvas no Rio Grande do Sul causam mortes, desaparecidos e milhares de desalojados
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7 de março de 2026 06:28

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Chuvas no Rio Grande do Sul causam mortes, desaparecidos e milhares de desalojados
Brasil

Chuvas no Rio Grande do Sul causam mortes, desaparecidos e milhares de desalojados

Chuvas no Rio Grande do Sul deixam mortos, desaparecidos e mais de 2 mil pessoas fora de casa, segundo a Defesa Civil estadual.

última atualização: 18 de junho de 2025 16:55
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Chuvas no Rio Grande do Sul causam mortes, desaparecidos e milhares de desalojados
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As fortes chuvas no Rio Grande do Sul que começaram na última segunda-feira (16) continuam causando estragos em várias regiões do estado. De acordo com a Defesa Civil, até a tarde desta quarta-feira (18), o saldo é de duas pessoas mortas, uma desaparecida e mais de 2,2 mil desalojadas.

Chuvas no Rio Grande do Sul superam média do mês em poucas horas

Pelo menos 58 municípios gaúchos foram afetados diretamente. As ocorrências incluem alagamentos, deslizamentos de terra, destruição de estradas, pontes e residências. Além dos prejuízos materiais, centenas de famílias precisaram abandonar suas casas por questões de segurança.

Os rios da região também preocupam. O Rio Taquari, que atravessa a Região dos Vales, e o Rio Caí, na Região Metropolitana, ultrapassaram a cota de inundação nesta quarta-feira (18), agravando ainda mais a situação.

O volume acumulado das chuvas no Rio Grande do Sul em apenas 48 horas já supera a média histórica de todo o mês de junho em diversas localidades. Na capital, Porto Alegre, choveu 125 mm entre a manhã de segunda e a manhã de quarta-feira, enquanto a média para o mês inteiro é de 115 mm, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

O cenário é ainda mais crítico em cidades como Cachoeira do Sul, São Borja e Jaguari, onde foram registrados mais de 300 mm de precipitação em apenas dois dias. No município de Jaguari, o Rio Jaguari atingiu 13 metros — mais que o dobro da cota normal, que é de 6 metros. A prefeitura decretou situação de emergência nesta quarta-feira (18) diante do cenário.

Em Quevedos, na Região Central do estado, o volume de chuva foi ainda maior: 371,8 mm em apenas 48 horas, conforme dados da Agência Nacional de Águas (ANA).

Primeiros registros de mortes em 2025

Duas mortes foram confirmadas até o momento. Em Candelária, uma mulher de 54 anos, identificada como Geneci da Rosa, perdeu a vida depois que o carro onde ela estava foi arrastado pela correnteza. Seu corpo foi localizado na terça-feira (17) pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS).

O marido de Geneci, um homem de 65 anos que também estava no veículo, continua desaparecido. As buscas seguem sendo realizadas pelos bombeiros militares e voluntários da região.

Outra vítima foi registrada na manhã de quarta-feira (18), quando a cabeceira de uma ponte cedeu entre Caxias do Sul e Nova Petrópolis. O carro onde estava Mario César Trielweiler Gonçalves, de 21 anos, caiu na água e foi arrastado pela força da correnteza, resultando em sua morte.

As autoridades continuam em alerta, uma vez que a previsão indica possibilidade de mais chuvas no Rio Grande do Sul nos próximos dias. A Defesa Civil orienta que a população de áreas de risco permaneça atenta a possíveis novos deslizamentos, transbordamentos e alagamentos.

Equipes de resgate, bombeiros e voluntários trabalham intensamente no atendimento às vítimas, no restabelecimento de serviços essenciais e na busca por desaparecidos.

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