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Leia: China abre mercado de pesca para o Brasil, a previsão é de bilhões em novas receitas
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23 de abril de 2026 18:39

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OpiniãoMT > Blog > Agronegócio > China abre mercado de pesca para o Brasil, a previsão é de bilhões em novas receitas
Agronegócio

China abre mercado de pesca para o Brasil, a previsão é de bilhões em novas receitas

Acordo entre Brasil e China abre caminho para exportações de pesca extrativista brasileira, com expectativa de US$ 1 bilhão em receitas futuras.

última atualização: 23 de abril de 2025 16:32
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
China abre mercado de pesca para o Brasil, a previsão é de bilhões em novas receitas
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O Brasil deu um passo estratégico no mercado de pesca ao conquistar acesso ao bilionário setor de pescados da China. A decisão foi anunciada após uma reunião bilateral entre autoridades brasileiras e chinesas, marcando uma nova etapa nas relações comerciais entre os dois países.

China autoriza entrada do mercado de pesca brasileiro

Em uma movimentação considerada crucial para o fortalecimento das exportações brasileiras, a China oficializou a abertura de seu mercado de pesca extrativista ao Brasil. A decisão foi confirmada na terça-feira, 22 de abril de 2025, durante um encontro entre o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, e a vice-ministra da Administração Geral de Alfândegas da China (GACC), Lyu Weihong, realizado em Brasília.

A negociação, que já vinha sendo articulada pelo governo brasileiro há mais de um ano, permite agora que o país possa exportar pescados capturados diretamente da natureza para o território chinês, um dos maiores consumidores globais de frutos do mar. Esta modalidade, conhecida como pesca extrativista, difere da aquicultura por não envolver o cultivo em cativeiro.

Perspectivas econômicas e volume de mercado

O setor chinês de pescados movimenta aproximadamente US$ 17,9 bilhões por ano. Com a nova autorização, o Brasil terá a chance de acessar parte significativa desse mercado. O governo brasileiro estima que, no médio prazo, as exportações provenientes da pesca extrativista possam gerar até US$ 1 bilhão em receitas, impulsionando a economia nacional e fortalecendo o agronegócio.

Os efeitos práticos da abertura, no entanto, devem ser percebidos gradualmente, uma vez que as empresas brasileiras ainda precisam se adequar às exigências sanitárias e logísticas impostas pelo país asiático.

A Certificação sanitária foi ponto-chave do acordo

A assinatura do acordo só foi possível após a finalização das tratativas para o certificado sanitário que autoriza oficialmente o envio de produtos pesqueiros brasileiros à China. Inicialmente, a expectativa do governo era concluir a negociação ainda em 2024, durante a visita do presidente Xi Jinping ao Brasil. Entretanto, o processo de certificação demandou etapas técnicas adicionais, que foram concluídas somente nesta última reunião bilateral.

Durante o encontro, foram discutidos cerca de 50 temas envolvendo as relações comerciais entre os dois países, com ênfase na cooperação no âmbito do mercado de pesca e demais produtos agropecuários.

Inserção no cenário internacional e BRICS

A reunião entre Rua e Weihong também integrou a agenda de encontros preparatórios para a cúpula do BRICS, que será realizada em julho de 2025, no Rio de Janeiro. O bloco internacional, composto por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e outros países emergentes, tem ampliado suas iniciativas de cooperação econômica e comercial.

A abertura do mercado de pesca para o Brasil reforça o papel estratégico do país dentro do grupo e evidencia o interesse mútuo entre as nações envolvidas em diversificar suas trocas comerciais.

Com a abertura do mercado chinês, o Brasil se posiciona de forma mais competitiva no setor global de pesca. A entrada no mercado de pesca extrativista da China não apenas representa uma vitória diplomática, como também abre novas oportunidades econômicas para produtores brasileiros. 

Ainda que os efeitos sejam percebidos em médio prazo, o acordo representa um avanço significativo na consolidação do Brasil como um dos grandes exportadores mundiais de pescados.

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