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Leia: Cesta básica fica mais cara em 14 das 27 capitais, aponta Dieese
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7 de março de 2026 05:37

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OpiniãoMT > Blog > Economia > Cesta básica fica mais cara em 14 das 27 capitais, aponta Dieese
Economia

Cesta básica fica mais cara em 14 das 27 capitais, aponta Dieese

O Dieese apontou um aumento significativo no custo da cesta básica em fevereiro, com destaque para o café e o ovo.

última atualização: 10 de março de 2025 17:18
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Cesta básica fica mais cara em 14 das 27 capitais, aponta Dieese
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O aumento no custo da cesta básica foi registrado em 14 das 27 capitais brasileiras no mês de fevereiro de 2025, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Este fenômeno tem gerado preocupações, especialmente entre as famílias de baixa renda, que enfrentam uma pressão maior no orçamento familiar devido às variações nos preços dos produtos essenciais.

Dieese prevê novos aumentos para março e abril

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira (10), o aumento no custo da cesta básica variou significativamente entre as capitais brasileiras. Recife foi a cidade que registrou a maior alta, com um incremento de 4,44% em comparação a janeiro de 2025. Outras capitais que também observaram aumentos substanciais foram João Pessoa, com 2,55%, e Natal, com 2,28%. Essas variações nos preços impactam diretamente o poder de compra dos consumidores, principalmente aqueles com menor poder aquisitivo.

Por outro lado, Goiânia apresentou uma redução no custo da cesta básica, com uma queda de 2,32%. Esta variação positiva ajudou a amenizar o impacto do aumento nos preços observado em outras regiões do país. O levantamento evidencia que, enquanto algumas regiões enfrentam altas consideráveis, outras experimentam uma diminuição, refletindo as diferenças nas condições econômicas e no mercado de alimentos entre os estados.

O impacto do café no aumento da Cesta Básica

Um dos itens que mais contribuiu para o aumento no custo da cesta básica foi o café. O produto apresentou variações expressivas nos preços, com uma alta de 6,66% em São Paulo e 23,81% em Florianópolis. Essa variação no preço do café foi observada em todas as capitais, sinalizando uma tendência nacional. O aumento no preço do café é um reflexo de questões relacionadas à produção, distribuição e demanda do produto, que afetaram diretamente o custo da cesta básica para os consumidores brasileiros.

Além disso, o café, que é um dos itens mais consumidos nas mesas dos brasileiros, tem um peso considerável no orçamento familiar, especialmente nas regiões onde seu consumo é mais intenso. A alta no preço do café pode agravar ainda mais a situação financeira das famílias, que enfrentam dificuldades para lidar com o aumento do custo de vida.

As capitais com maior e menor custo

São Paulo segue sendo a capital com o custo mais elevado da cesta básica, com um valor de R$ 860,53. A cidade é seguida pelo Rio de Janeiro, onde o valor da cesta básica é de R$ 814,90, e por Florianópolis, com R$ 807,71. Esses valores refletem a disparidade no custo de vida entre as diferentes regiões do país, com capitais como São Paulo e Rio de Janeiro apresentando um custo de vida mais alto devido à concentração de recursos, comércio e outros fatores econômicos.

Por outro lado, cidades com menor custo de vida, como Goiânia, conseguem registrar preços mais acessíveis para a cesta básica, o que oferece um alívio para a população local. Embora o custo de vida em Goiânia tenha diminuído em relação a fevereiro, isso não significa que as famílias na capital goiana estão imunes ao aumento no custo da cesta básica, já que outros fatores podem influenciar o preço dos alimentos.

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