Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Calor é responsável por mais de 500 mil mortes por ano, alerta cientistas
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
PF aponta deputado Faissal como ‘braço operacional’ de desembargador em suposta venda de sentenças no TJMT; VEJA VÍDEOS
Pai espanca e mata filha de 12 anos em Várzea Grande; VEJA VÍDEOS
Colisão frontal na MT-325 deixa dois motoristas mortos em Alta Floresta (MT)
Semana começa quente na capital, mas termômetros registram queda e há previsão de chuva para o domingo
Com investimento de R$ 293 milhões, maior ponte de Mato Grosso será entregue até o fim de 2026

8 de junho de 2026 14:46

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Saúde > Calor é responsável por mais de 500 mil mortes por ano, alerta cientistas
Saúde

Calor é responsável por mais de 500 mil mortes por ano, alerta cientistas

Relatório da The Lancet revela aumento de mortes ligadas ao calor e à poluição, com destaque para impactos graves no Brasil e na América Latina.

última atualização: 29 de outubro de 2025 17:02
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Calor é responsável por mais de 500 mil mortes por ano, alerta cientistas
Compartilhar

O calor tem se tornado uma das maiores ameaças à saúde pública mundial. Um relatório publicado pela revista The Lancet, em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que cerca de 546 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência do calor. Além disso, apenas em 2024, mais de 154 mil mortes foram atribuídas à fumaça dos incêndios florestais, um dos efeitos diretos das mudanças climáticas.

O estudo, chamado Contagem Regressiva em Saúde e Mudanças Climáticas, foi elaborado por mais de cem cientistas de diferentes países. Ele foi divulgado na Inglaterra com o objetivo de antecipar os debates da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, marcada para começar em 10 de novembro, em Belém (PA).

O aumento das ondas de calor

De acordo com os pesquisadores, o ano de 2024 foi o mais quente já registrado, elevando de forma preocupante os riscos à saúde humana. Em média, entre 2020 e 2024, a população global enfrentou 19 dias de calor extremo por ano, sendo que 16 desses dias não teriam ocorrido sem o aquecimento global.

O relatório destaca que 12 dos 20 indicadores de risco climático atingiram níveis sem precedentes, revelando que os impactos ambientais estão diretamente ligados à mortalidade e ao surgimento de doenças agravadas pelas altas temperaturas.

Os cientistas alertam que o avanço das temperaturas representa uma ameaça real à saúde dos 8 bilhões de habitantes do planeta, e reforçam a necessidade urgente de reduzir o uso de combustíveis fósseis e diminuir as emissões de gases do efeito estufa.

O calor e os impactos no Brasil

O levantamento também traz dados preocupantes sobre o Brasil. Entre 2012 e 2021, o país registrou 3,6 mil mortes anuais relacionadas ao calor. Já entre 2020 e 2024, as mortes causadas pela fumaça dos incêndios florestais chegaram a 7,7 mil por ano.

Os brasileiros foram expostos, em média, a 15,6 dias de onda de calor durante esse período, sendo que 94% desses eventos não teriam acontecido sem as mudanças climáticas. Além disso, 72% do território nacional sofreu pelo menos um mês de seca extrema por ano, um índice quase dez vezes superior ao observado nas décadas de 1950 e 1960.

Na América Latina, o relatório mostra que a temperatura média regional aumentou de forma constante desde os anos 2000, alcançando um recorde de 24,3 °C em 2024. Esse aumento tem causado 13 mil mortes anuais relacionadas ao calor, colocando o continente entre os mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas.

Os cientistas afirmam que a adaptação às novas condições climáticas não é mais uma opção, mas uma necessidade urgente. É preciso fortalecer políticas públicas que reduzam riscos, aumentem a resiliência das populações e enfrentem as desigualdades sociais agravadas pelos desastres climáticos.

Os especialistas reforçam que enfrentar o calor extremo e seus impactos exige uma transformação profunda na forma como o mundo produz e consome energia. Somente assim será possível proteger vidas e garantir um futuro mais saudável e equilibrado para as próximas gerações.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Mato GrossoSaúde

23 pessoas morreram por Chikungunya em Mato Grosso; estado ocupa primeiro lugar por mortes relacionadas a doença no Brasil

19 de março de 2025
Aplicativo Receita Saúde passa a ser obrigatório a partir de hoje
Saúde

Aplicativo Receita Saúde passa a ser obrigatório a partir de hoje

3 de janeiro de 2025
R$ 307,26: EMS lança caneta emagrecedora 100% fabricada no Brasil
Saúde

R$ 307,26: EMS lança caneta emagrecedora 100% fabricada no Brasil

1 de agosto de 2025
HKU5-CoV-2 - Cientistas descobrem novo Coronavírus com potencial de infecção em humanos
Saúde

HKU5-CoV-2: Cientistas descobrem novo Coronavírus com potencial de infecção em humanos

25 de fevereiro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?