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Leia: Brasileiros fazem fila para vender a íris por R$ 700 para empresa de IA
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7 de março de 2026 08:37

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OpiniãoMT > Blog > Utilidade Pública > Brasileiros fazem fila para vender a íris por R$ 700 para empresa de IA
Utilidade Pública

Brasileiros fazem fila para vender a íris por R$ 700 para empresa de IA

Brasileiros aguardam horas na fila para escanear a íris em troca de criptomoedas no projeto World ID, que visa criar um "passaporte de humanidade".

última atualização: 17 de janeiro de 2025 15:03
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Brasileiro fazem fila para vender a íris por R$ 700 para empresa de IA
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Filas de brasileiros em São Paulo viralizaram no TikTok após imagens de pessoas participando de um projeto que oferece recompensas em criptomoedas para quem aceita “vender a íris”. A iniciativa faz parte do World ID, um sistema global de identificação digital criado por Alex Blania e Sam Altman, CEO da OpenAI, com o objetivo de diferenciar humanos de robôs.  

O que é o World ID e por que vender a íris está em evidência?  

O World ID é uma plataforma que utiliza a tecnologia do dispositivo Orb para escanear a íris de voluntários e gerar um “passaporte de humanidade”. Este registro busca assegurar que os participantes sejam humanos, promovendo maior segurança em ambientes digitais. Em troca, os inscritos recebem recompensas em criptomoedas, mais especificamente em worldcoins, a moeda digital nativa do projeto.  

Atualmente, 1 worldcoin é cotado a cerca de US$ 2 e está entre as 75 criptomoedas mais valiosas do mercado. A empresa Tools for Humanity, responsável pelo projeto, afirma que o registro não constitui exatamente uma venda da íris, mas sim uma adesão voluntária incentivada por benefícios financeiros.  

Como funciona o processo de escaneamento da íris? 

A participação no World ID começa com o uso do Orb, um dispositivo avançado que realiza o escaneamento da íris de cada indivíduo. Este procedimento gera um registro único, garantindo que a identidade digital seja vinculada a uma pessoa real, impossibilitando falsificações.  

Essa é nova e tá difícil de aceitar.

O povo está escaneando e vendendo a própria íris para uma empresa de IA.

E pasmem, eles não estão sabendo nem no que vai ser usado!!🙄🙄 pic.twitter.com/yseQi7RQ7Y

— Sisi (@sisicardosob) January 13, 2025

Os participantes recebem parte da recompensa imediatamente após o registro. O restante é liberado gradualmente ao longo de um ano, o que incentiva o engajamento contínuo no programa.  

O Brasil já contabiliza mais de 100 mil participantes em menos de dois meses desde o lançamento do projeto. Globalmente, o World ID alcançou 10 milhões de usuários, com maior adesão em países emergentes como Argentina e Índia.  

As filas registradas em São Paulo mostram como o incentivo financeiro e a inovação tecnológica estão atraindo o interesse de brasileiros. A promessa de recompensas em criptomoedas é especialmente atrativa em contextos econômicos desafiadores, onde oportunidades de rendimento extra são valorizadas.  

Controvérsias e desafios da iniciativa

Apesar do sucesso em números, o projeto enfrenta críticas relacionadas à privacidade e segurança dos dados. Autoridades de diversos países questionam o armazenamento e o uso das informações biométricas coletadas, incluindo a íris.  

No Quênia, o governo proibiu a World de aceitar novos usuários, citando preocupações com a proteção dos dados da população. Na Espanha, a Suprema Corte suspendeu temporariamente as operações da empresa no final de 2024, também devido a questões de privacidade.  

A empresa Tools for Humanity defende a iniciativa como parte da transição para a Web3, uma nova fase da internet em que os dados dos usuários serão descentralizados e recompensados financeiramente. A proposta de “vender a íris” em troca de criptomoedas abre discussões sobre o valor da identidade humana e os limites éticos do uso de dados biométricos.

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