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Leia: Bebê de grávida assassinada tem alta do hospital e deve permanecer na casa da avó
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7 de março de 2026 08:29

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OpiniãoMT > Blog > Caso Emilly > Bebê de grávida assassinada tem alta do hospital e deve permanecer na casa da avó
Caso Emilly

Bebê de grávida assassinada tem alta do hospital e deve permanecer na casa da avó

última atualização: 16 de março de 2025 09:46
Jornalista Mauad
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4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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Sêmia Mauad/ Opinião MT

A bebê, filha de Emelly Azevedo Sena, adolescente assassinada de 16 anos, passa bem e teve alta hospitalar.

Ela foi levada para casa e deve morar com a avó, Ana Paula Azevedo, e o pai da criança.

Segundo Ana Paula, o pai da criança, vai morar provisoriamente com a família. A avó vai ajudar nos cuidados com a recém-nascida.

A menina está desde a última quarta-feira, dia 12 de março, quando a mãe dela foi morta, sob cuidados médicos. Ela, inclusive, já recebeu as primeiras vacinas e realizou exames.

Internada, a bebê estava sendo acompanhada pelo pai.

O CORPO LOCALIZADO

O corpo de Emilly foi avaliado e foi constatado, em um primeiro momento, que a adolescente foi morta por enforcamento, esganadura ou asfixia. Ela tinha cabos de internet enrolados no pescoço, nas mãos e também nas pernas. Além de um saco plástico na cabeça, o que pode ter contribuído para a asfixia.

O casal acusado de praticar o homicídio, Christian Albino Cebalho de Arruda, de 28 anos, e Nataly Helen Martins Pereira, de 25 anos, foi preso em flagrante pela polícia. O suspeito ainda chegou a publicar nas redes sociais que a “filha” havia nascido.

As prisões foram realizadas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, que investiga ainda a participação de outras pessoas no crime. Os suspeitos vão responder na justiça por ocultação de cadáver, fraude processual, e homicídio triplamente qualificado.

As investigações apontaram que o casal agiu de forma premeditada com interesse em ficar com o bebê de Emilly quando a atraiu para a residência com a desculpa de que ela receberia doações de roupas.

O DESAPARECIMENTO DA ADOLESCENTE

Emilly Azevedo Sena, de 16 anos, desapareceu na tarde da última quarta-feira, dia 12 de março. Ela saiu da residência em Várzea Grande para buscar uma doação de roupas na casa da acusada, em Cuiabá. Depois disso, a vítima não entrou mais em contato com os familiares.

CASAL PROCURA HOSPITAL E DIZ QUE ACUSADA TEVE O BEBÊ EM CASA

Horas depois de atrair Emilly para a morte, o casal acusado de cometer o crime, Christian Albino Cebalho de Arruda, de 28 anos e Nataly Helen Martins Pereira, de 25 anos, deu entrada no Hospital Maternidade Santa Helena, com o bebê recém-nascido no colo. Os dois afirmaram a equipe médica, que Nataly teve o bebê de forma natural em casa.

Em um primeiro momento, a mulher recusou atendimento médico, mas cedeu e foi atendida. Os exames ginecológicos e laboratoriais mostraram que Nataly estava mentindo, ou seja, não estava em estado puerperal.

Foi solicitado que ela tentasse amamentar a criança, e ela também não conseguiu, porque não estava produzindo leite materno. A equipe médica então desconfiou da versão do casal.

A Polícia foi chamada e o casal então foi detido e levado para prestar esclarecimentos na delegacia. Em seguida, a polícia se deslocou a residência dos suspeitos e encontraram no local o corpo da adolescente enterrado em uma cova rasa.

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