Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: PF indicia Renan Canalheiros, Eduardo Braga e Romero Jucá por corrupção e propina
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Homem é assassinado a tiros durante exposição de carros antigos em Estádio Municipal no interior de Mato Grosso
Juiz mantém prisão de motorista que atropelou e matou motociclista na Avenida Isaac Póvoas em Cuiabá
Tradicional desfile de 7 de Setembro será realizado à noite nesta segunda-feira na Avenida Getúlio Vargas em Cuiabá
Candidatos têm até o dia 10 de setembro para validar foto e dados da urna eletrônica
CMEI Professor Édson Reveles Pereira passa por reparos e conclui recuperação após princípio de incêndio em Várzea Grande

7 de setembro de 2026 10:11

OpiniãoMT > Blog > Brasília > PF indicia Renan Canalheiros, Eduardo Braga e Romero Jucá por corrupção e propina
Brasília

PF indicia Renan Canalheiros, Eduardo Braga e Romero Jucá por corrupção e propina

A Polícia Federal indiciou Eduardo Braga, Renan Calheiros e Romero Jucá por corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema envolvendo a empresa Hypermarcas.

Redação OPMT
Publicado em: 20 de setembro de 2024
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
PF indicia Renan Canalheiros, Eduardo Braga e Romero Jucá por corrupção e propina
Eduardo Braga (PMDB-AM), Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL). Imagem: Marcos Oliveira/Agência Senado.
Compartilhar

A Polícia Federal indiciou os senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL), além do ex-senador Romero Jucá (MDB-RR), em um inquérito que os acusa de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. O caso envolve o suposto recebimento de propinas em troca de favores políticos para a Hypermarcas, atual Hypera Pharma. A investigação aponta que o montante de aproximadamente R$ 20 milhões foi pago aos parlamentares para favorecer a empresa no Congresso Nacional.

Indiciamento de Renan Calheiros

Os senadores Eduardo Braga e Renan Calheiros, ambos figuras influentes no Congresso e próximos ao Palácio do Planalto, foram apontados como beneficiários de um esquema de corrupção em troca de apoio legislativo à Hypermarcas. 

A Polícia Federal, após seis anos de investigação, concluiu que os políticos receberam propinas para atuar em favor da empresa farmacêutica, principalmente em projetos de lei sobre incentivos fiscais que tramitaram entre 2014 e 2015. 

As investigações revelaram que, em contrapartida ao recebimento dos valores, os senadores exerceram influência em processos legislativos e indicaram cargos estratégicos, como uma diretoria na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para atender aos interesses da Hypermarcas.

A investigação que levou ao indiciamento dos senadores é um desdobramento da Operação Lava Jato, iniciada a partir da delação premiada de Nelson Mello, ex-diretor da Hypermarcas. Mello admitiu ter firmado contratos fictícios com empresas indicadas pelo lobista Milton Lyra, considerado um intermediário do MDB, com o objetivo de repassar valores ilícitos aos parlamentares. 

A Polícia Federal coletou evidências que corroboram as acusações, incluindo a ausência de prestação de serviços pelas empresas que receberam os pagamentos e a atuação dos senadores em benefício da Hypermarcas.

Mudanças na Hypermarcas

Em meio ao desgaste causado pelas investigações, a Hypermarcas decidiu, em 2018, mudar seu nome para Hypera Pharma, tentando desvincular sua imagem dos escândalos de corrupção. 

Apesar da mudança, o fundador da empresa, João Alves de Queiroz Filho, continua sendo o acionista majoritário, embora tenha se afastado do conselho de administração após ser alvo de investigações. A empresa, uma das maiores do setor farmacêutico no Brasil, continua produzindo uma ampla gama de medicamentos populares, apesar das turbulências legais enfrentadas.

Defesas e repercussões

A defesa dos acusados tem se manifestado de forma veemente contra os indiciamentos. O advogado de Eduardo Braga classificou as acusações como “ilações esdrúxulas” e afirmou que não há elementos sólidos que comprovem os encontros entre o senador e o delator. 

Já a defesa de Romero Jucá argumentou que a acusação é uma tentativa de “criminalizar a política” e que as doações de campanha foram feitas dentro dos parâmetros legais. Renan Calheiros, por sua vez, preferiu não se manifestar publicamente sobre o indiciamento.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Moraes autoriza Tarcísio e outros aliados a visitarem Bolsonaro em casa
Brasília

Moraes autoriza Tarcísio e outros aliados a visitarem Bolsonaro em casa

7 de agosto de 2025
Dias Toffoli anula condenações de Léo Pinheiro, delator de Lula na Lava Jato
Brasília

Dias Toffoli anula condenações de Léo Pinheiro, delator de Lula na Lava Jato

28 de setembro de 2024
STF determina prisão de Alexandre Ramagem após suspeita de fuga do país
Brasília

STF determina prisão de Alexandre Ramagem após suspeita de fuga do país

21 de novembro de 2025
Moraes nega pedido de redução de pena para cabeleleira Débora do Batom
Brasília

Moraes nega pedido de redução de pena para Débora do Batom

5 de maio de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?