Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Advocacia-Geral da União pede anulação da Lei das Saidinhas
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 11:32

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Advocacia-Geral da União pede anulação da Lei das Saidinhas
Governo Lula

Advocacia-Geral da União pede anulação da Lei das Saidinhas

AGU se posiciona no STF contra restrição das saidinhas, destacando a importância das visitas para a manutenção dos laços familiares.

última atualização: 23 de agosto de 2024 16:32
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Advocacia-Geral da União pede anulação da Lei das 'Saidinhas'
Aadvogado-geral da União, Jorge Messias. Imagem: Renato Menezes/AsocmAGU.
Compartilhar

A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo a manutenção das “saidinhas” para presos em regime semiaberto. O tema, que envolve a restrição das saídas temporárias para visitação familiar, é alvo de debate após a derrubada de um veto presidencial pelo Congresso Nacional. 

A discussão agora se encontra no STF, onde o ministro Edson Fachin solicitou o parecer da AGU, ressaltando a importância da medida para a individualização da pena, conforme previsto na Constituição.

O contexto das saidinhas e a intervenção da AGU

As chamadas saidinhas, ou saídas temporárias, são uma prerrogativa concedida aos presos em regime semiaberto, permitindo visitas a familiares em determinadas ocasiões. Recentemente, uma lei aprovada pelo Congresso Nacional, que buscava restringir esse direito, foi vetada parcialmente pelo presidente Lula. 

No entanto, o Congresso optou por derrubar o veto, mantendo a restrição em vigor. O caso, agora em discussão no STF, recebeu atenção especial do ministro Edson Fachin, que designou a AGU para se manifestar sobre a constitucionalidade da medida.

Em seu parecer, o advogado-geral da União, Jorge Messias, enfatizou que a saída temporária dos presos é um componente essencial da individualização da pena, conforme estabelecido na Constituição Federal. Segundo Messias, a medida que restringe as saidinhas não tem correlação direta com a segurança pública e pode, na verdade, comprometer a reabilitação social dos detentos ao enfraquecer os laços familiares.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foram citados para embasar essa posição. O relatório do CNJ revela que menos de 5% dos detentos não retornam ao sistema prisional após as saidinhas, evidenciando que a maioria cumpre as regras estabelecidas. Messias argumentou que proibir as saídas temporárias para aqueles que atendem aos requisitos legais prejudica a manutenção dos vínculos familiares, algo que a Constituição assegura como um direito fundamental.

A questão do Exame Criminológico

Outro ponto abordado pela AGU na manifestação foi o retorno da obrigatoriedade do exame criminológico para a progressão de regime. Diferentemente da posição sobre as saidinhas, a AGU considerou essa medida alinhada com a Constituição, classificando-a como uma decisão de política criminal que cabe exclusivamente ao legislador. 

O exame criminológico, que avalia a aptidão do detento para progredir de regime, havia sido retirado da Lei de Execução Penal, mas seu retorno foi visto pela AGU como uma ação que não infringe os princípios constitucionais.

A decisão do STF sobre a questão das saidinhas terá implicações significativas para o sistema prisional brasileiro. Caso a Corte mantenha a restrição, isso poderá alterar o tratamento dispensado aos presos em regime semiaberto, afetando diretamente sua reintegração social.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Pé de Meia tem mais beneficiários do que alunos matriculados, mostra levantamento
Governo Lula

Pé de Meia tem mais beneficiários do que alunos matriculados, mostra levantamento

31 de março de 2025
Governo Lula é aprovado por 35% e reprovado por 34%, aponta Datafolha
Governo Lula

Poder Data: Apenas 27% avaliam o governo Lula como Ótimo/Bom

18 de dezembro de 2024
Contas do governo têm rombo de R$ 58,4 bilhões em fevereiro; pior em 28 anos
Governo Lula

Contas do governo têm rombo de R$ 58,4 bilhões em fevereiro; pior em 28 anos

26 de março de 2024
A inadimplência entre os brasileiros atingiu um novo recorde em setembro de 2025, conforme dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 30,5% das famílias estavam com contas em atraso — o maior índice desde o início da série histórica, em 2010. O levantamento aponta ainda que 13% das famílias afirmaram não ter condições de quitar as dívidas pendentes, o que significa que continuarão inadimplentes nos próximos meses. Segundo a CNC, o cenário reflete uma “crescente fragilidade financeira” das famílias brasileiras, pressionadas por juros altos e comprometimento da renda. Endividamento e inadimplência batem recorde no país A Peic também revelou que 79,2% das famílias tinham algum tipo de dívida a vencer em setembro, indicando um aumento do endividamento no país. Desse total, 18,8% afirmaram destinar mais da metade da renda mensal para o pagamento de compromissos financeiros. O tempo médio de inadimplência também preocupa: quase metade das famílias com dívidas atrasadas (48,7%) permanece nessa condição há mais de 90 dias. Inadimplência cresce mais entre famílias de baixa renda O aumento da inadimplência foi mais expressivo entre famílias que ganham até três salários mínimos mensais. Nesse grupo, o percentual de endividados subiu de 81,1% em agosto para 82% em setembro. Entre os lares de renda mais alta acima de dez salários mínimos, o índice também avançou, passando de 68,7% para 69,5% no mesmo período. Os dados mostram que a dificuldade para manter as contas em dia atinge todas as faixas de renda, mas é mais intensa entre os brasileiros de menor poder aquisitivo. Principais tipos de dívida A pesquisa da CNC considera como endividamento as obrigações nas modalidades de cartão de crédito, cheque especial, carnês de loja, crédito consignado, empréstimos pessoais, cheques pré-datados e financiamentos de veículos e imóveis. O cartão de crédito segue como o principal responsável pelo alto índice de endividamento no país. As projeções da CNC indicam que o endividamento das famílias deve crescer cerca de 3,3 pontos percentuais até o final de 2025 em comparação com o encerramento de 2024. Já a inadimplência deve subir 1,7 ponto percentual no mesmo período, reforçando a tendência de aumento da pressão financeira sobre os consumidores.
Governo Lula

Inadimplência bate recorde em setembro pelo 2º mês consecutivo

9 de outubro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?