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24 de abril de 2026 22:37

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Incêndio devasta Pantanal do Mato Grosso do Sul após acidente de caminhão
Brasil

Incêndio devasta Pantanal do Mato Grosso do Sul após acidente de caminhão

Incêndio no Pantanal do Mato Grosso do Sul se espalhou rapidamente após um acidente de caminhão, afetando 80 mil hectares e várias fazendas.

última atualização: 3 de agosto de 2024 17:08
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Incêndio devasta Pantanal do Mato Grosso do Sul após acidente de caminhão
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Um incêndio devasta o pantanal sul mato-grossense neste momento. De acordo com a Defesa Civil, as chamas se espalharam após um acidente de caminhão em Corumbá, ocorrido há uma semana. O incidente resultou na propagação do fogo por cerca de 80 mil hectares, equivalente a uma área maior que o Distrito Federal.

O incêndio devasta o pantanal

O fogo teve início depois que um caminhão atolou em uma área de lama e vegetação seca, pegando fogo. Desde então, as chamas se espalharam por diversas fazendas da região, atingindo aproximadamente 80 mil hectares. A causa do incêndio no caminhão ainda está sob investigação pelas autoridades locais.

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Entre as áreas afetadas pelo incêndio estão um santuário de onças-pintadas e a Estância Caiman, localizada na Reserva Natural Santa Sofia. Além dessas, as fazendas Paraíso, Tupaceretã e Porto do Ciríaco também foram duramente atingidas pelas chamas.

O coronel Adriano Noleto Rampazo, subcomandante geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, afirmou que a rápida propagação do fogo se deve à seca e aos ventos fortes, que chegam a 60 km/h. “Tivemos mais focos de calor antes do início da temporada, mas, na medida do possível, estamos controlando”, disse Rampazo.

A ONG SOS Pantanal relatou que o incêndio ganhou força em algumas regiões após a passagem de uma frente fria. “Desde o primeiro dia do incidente com o caminhão, estamos operando em nove frentes”, afirmou Leonardo Gomes, diretor-executivo da ONG. A seca ainda não atingiu seu pico, o que pode agravar a situação nos próximos meses, com o auge das queimadas historicamente ocorrendo em setembro.

Desafios logísticos e de acesso

Gustavo Figueiroa, biólogo da SOS Pantanal, destacou a dificuldade de acesso às áreas afetadas devido ao terreno difícil. “A percepção é que o fogo está se espalhando muito rápido. Mesmo com várias equipes em campo, é difícil controlar todas as frentes”, comentou Figueiroa.

Uma força-tarefa composta pelo PrevFogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Exército, Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná, brigadas voluntárias, ONGs e moradores locais está empenhada no combate ao fogo. Utilizando maquinários para abrir aceiros e aeronaves para despejar água, a equipe busca bloquear o avanço das chamas.

De janeiro até o dia 1º de agosto, o Pantanal registrou 4.997 focos de calor, representando um aumento de 1.593% em comparação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Este índice é o maior desde o início da série histórica em 1998.

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