Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Deccor mira corrupção e tentativa de suborno a CPI de Hospital Municipal em Mato Grosso
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Itaú terá de ressarcir clientes após 14 anos de cobranças indevidas
Castro tinha “vínculo pessoal estreito” com Vorcaro, diz PF
Gigante no setor de petróleo, Lupatech pede recuperação extrajudicial
PF impõe sigilo de 100 anos sobre lista de visitantes de Vorcaro
Gilberto Cattani defende plebiscito para resolver disputa territorial entre Mato Grosso e Pará; VEJA VÍDEO

26 de maio de 2026 14:43

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Polícia > Deccor mira corrupção e tentativa de suborno a CPI de Hospital Municipal em Mato Grosso
Polícia

Deccor mira corrupção e tentativa de suborno a CPI de Hospital Municipal em Mato Grosso

última atualização: 26 de maio de 2026 10:21
Jornalista Mauad
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Polícia Civil-MT
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), deflagrou na manhã desta terça-feira, dia 25 de maio, a “Operação Silêncio Comprado”. A ação policial visa desarticular um suposto esquema de corrupção enraizado na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, localizado no município de Campo Novo do Parecis, interior do estado, e estancar o desvio de recursos públicos da saúde.

Foto: Polícia Civil-MT

Ao todo, estão sendo cumpridas 20 ordens judiciais emitidas pelo Poder Judiciário. O pacote de medidas inclui mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores e contas bancárias, além de medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

As buscas ocorrem simultaneamente em Mato Grosso, nos municípios de Campo Novo do Parecis e Arenápolis, e também no estado de São Paulo, nas cidades de Barueri e Cotia.

Foto: Polícia Civil-MT

O foco principal da operação nesta fase é a coleta de novos elementos probatórios, a identificação da real extensão dos fatos e a preservação do patrimônio público que possa ter sido lesado.

MORTE DE GESTANTE E PRESSÃO POPULAR

As investigações da Deccor apontam que a organização criminosa tentou interferir diretamente nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instaurada pela Câmara de Vereadores de Campo Novo do Parecis. A CPI foi criada para apurar graves irregularidades na gestão da unidade hospitalar, que vinha sendo alvo de severos questionamentos por parte da população e de órgãos de controle.

O estopim para a crise na unidade de saúde ocorreu após a trágica morte de uma jovem gestante no município. A paciente apresentou severas complicações após ser submetida a um procedimento de parto cesáreo no Hospital Euclides Horst. Devido ao agravamento do quadro clínico dela, ela precisou ser transferida às pressas para Cuiabá, mas não resistiu e morreu.

Foto: Polícia Civil-MT

A partir da morte, familiares da jovem e a comunidade local passaram a questionar duramente a estrutura do hospital, a prestação dos serviços médicos, a gestão de recursos humanos e, principalmente, a regularidade na execução dos contratos de gestão firmados para administrar a unidade de saúde.

A TENTATIVA DE SUBORNO

Durante os levantamentos preliminares coordenados pela Deccor, os investigadores encontraram robustos indícios de práticas ilícitas financeiras dentro do hospital. Entre os fatos apurados estão a emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos para acobertar despesas inexistentes, além de indícios contundentes de pagamentos realizados por serviços de saúde e administrativos que supostamente nunca foram prestados à população e movimentação irregular de grandes volumes de dinheiro público e o claro direcionamento de recursos para contas de terceiros.

De acordo com a Polícia Civil, os envolvidos responderão por crimes contra a Administração Pública e corrupção ativa, além de outras tipificações penais que possam surgir ao longo da análise dos materiais, celulares e computadores apreendidos na data de hoje.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Fuga em massa no presídio Ahmenon Lemos em Várzea Grande
Polícia

Fuga em massa no presídio Ahmenon Lemos em Várzea Grande

2 de abril de 2024
Bebê de 5 meses morre em berçário de Várzea Grande após traumatismo craniano
Polícia

Duas pessoas foram indiciadas pela morte de Bebê em creche de Várzea Grande

18 de maio de 2024
Polícia

Motociclista sofre grave acidente na Avenida Fernando Corrêa, na capital; ele não resistiu aos ferimentos

4 de junho de 2025
Bandidos fazem família de refém e são mortos pela PM em Lucas do Rio Verde
Polícia

Bandidos fazem família de refém e são mortos pela PM em Lucas do Rio Verde

28 de fevereiro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?