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Leia: Ex-comandante da FAB diz que Gal Freire Gomes ameaçou prender Bolsonaro
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7 de março de 2026 05:53

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > Ex-comandante da FAB diz que Gal Freire Gomes ameaçou prender Bolsonaro
Brasília

Ex-comandante da FAB diz que Gal Freire Gomes ameaçou prender Bolsonaro

Revelações da PF mostram as conversas no Alvorada sobre o resultado eleitoral de 2022, Bolsonaro se negava a aceitar o resultado.

última atualização: 15 de março de 2024 14:05
Redação OPMT
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2 Minutos de Leitura
Ex-comandante da FAB diz que Gal Freire Gomes ameaçou prender Bolsonaro
Baptista Júnior relatou que, Freire Gomes, ameaçou prender Bolsonaro. Imagem: Divulgação.
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No auge das tensões políticas que marcaram o período pós-eleitoral de 2022 no Brasil, declarações recentemente tornadas públicas pela Polícia Federal (PF) trazem à luz um panorama preocupante de confrontos entre o então Presidente Jair Bolsonaro e altos comandos militares sobre a integridade do processo eleitoral. 

Essas revelações não apenas destacam a solidez do sistema eleitoral brasileiro, como também revelam esforços significativos dentro das estruturas de poder do país para manter a ordem constitucional.

A garantia da integridade Eleitoral

Em um depoimento à PF, o ex-comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), brigadeiro Carlos Baptista Júnior, reportou que, durante uma reunião no Palácio do Alvorada em 1° de novembro de 2022, um diálogo entre Bolsonaro e o então advogado-geral da União, Bruno Bianco, questionou a possibilidade de contestar o resultado das eleições. 

Presentes estavam também figuras de alto escalão militar, como o general Paulo Sérgio Nogueira, ministro da Defesa à época, e o Almirante Garnier, comandante da Marinha, que, junto a outros, asseguraram a Bolsonaro a inexistência de fraude eleitoral após rigorosos testes.

Confronto Direto pela Democracia

A tensão aumentou significativamente quando, seguindo essas assegurações de integridade eleitoral, o então comandante do Exército, general Freire Gomes, posicionou-se firmemente contra qualquer tentativa de Bolsonaro de desafiar o resultado das eleições por vias antidemocráticas. 

O general ameaçou, inclusive, prender o Presidente caso este prosseguisse com planos de implementar medidas extraordinárias previstas na Constituição, como o Estado de Defesa ou o Estado de Sítio, que pudessem comprometer o regime democrático.

Ademais, o brigadeiro Baptista Júnior apontou o então ministro da Justiça, Anderson Torres, como um dos assessores jurídicos de Bolsonaro, envolvido nas discussões sobre maneiras de o presidente permanecer no poder. Torres, conforme relatado, participou de reuniões com os comandantes das Forças Armadas, indicando a extensão das deliberações acerca de possíveis ações legais para contestar o resultado eleitoral.

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